terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

29º Jantar-tertúlia na Academia Dramática Familiar, em Pedrouços, no dia 4 de março de 2020 (4ªf)
























Na primeira 4ª feira de março, 4.3.2020, pelas 20 horas, voltamos a ser acolhidos por uma tradicional coletividade de Lisboa, em cujas instalações jantaremos e passaremos a conhecer a sua rica atividade cultural e recreativa.

Desta vez, iremos à Academia Dramática Familiar 1º de Novembro de 1898, sita na Rua da Praia de Pedrouços, 76/78 (próximo da Av.Torre de Belém, que desce do Restelo para a Torre, com o telf: 213012601), e que desenvolve com a população da zona atividades de teatro, dança e música, desde há 122 anos!

O jantar incluirá, ao preço global de 15 €, sopa, entradas, bacalhau à Brás, vinho e bebidas, sobremesa e café, sendo os nossos participantes acompanhados por dirigentes da ADF, que prontamente aceitaram a nossa proposta.

Os associados e amigos da Aldraba que desejem participar devem manifestar-se telefonicamente ou por escrito, até à próxima 6ªfeira, dia 28 de fevereiro, junto da Odete Roque (T:917037007, odetevol@gmail.com), do José Alberto Franco (T:963708481, jaffranco@gmail.com) ou do mail da Aldraba (aldraba@gmail.com).

JAF 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Assembleia Geral de 14.2.2020 discute e aprova Orçamento e Plano de Atividades para 2020



















No salão do GDE"Os Combatentes", os associados da ALDRABA que reagiram à convocatória do Presidente da Assembleia Geral discutiram e aprovaram em 14.2.2020, com pequenas emendas, o Relatório e Contas de 2019 e o Plano e Orçamento para 2020 submetidos pela Direção. 

No caso do Plano de Atividades e Orçamento para 2020, a AG aprovou o orçamento (com uma previsão de 2750€ de receitas e de igual montante de despesas) e o plano das atividades a desenvolver, de que se reproduzem os pontos mais salientes:


1. Preparar e divulgar a Agenda ALDRABA 2020, atualizando-a ao longo do ano com periodicidade trimestral.

2. Promover um conjunto de iniciativas que assinalem de forma condigna o 15º aniversário da Associação, que visem o conhecimento público do nosso trabalho e que contribuam para aumentar a coesão entre os associados.
3. Realizar três ou quatro Encontros temáticos, em locais de reconhecido interesse, procurando chegar a zonas do país ainda não tocadas por anteriores iniciativas.
4. Levar a efeito dois ou três Jantares-tertúlia em casas regionais, coletividades populares ou estabelecimentos locais relevantes.
5. Realizar duas novas edições das Rotas da Aldraba.
6. Realizar um colóquio sobre os patrimónios do quotidiano, com oradores destacados na matéria.
7. Organizar novas visitas a museus ou exposições de interesse para o espaço e património popular.
8. Publicar os nºs 27 e 28 da revista “Aldraba”, e efetuar sessões de lançamento/apresentação com convidados de prestígio, aproveitando quando possível eventos culturais mais alargados, e divulgando também os textos da revista em suporte online.
9. Publicar o nº 2 dos Cadernos Temáticos, acerca dos cataventos de Moura, e efetuar sessões para o respetivo lançamento/apresentação.
10. Atualizar e voltar a exibir a exposição “Aldrabas, batentes e cataventos”.
11. Recolher junto dos associados sugestões de preservação patrimonial, refletir sobre elas e remetê-las a Municípios e outras entidades com responsabilidade na salvaguarda material e imaterial.
12. Realizar palestras conjuntas com entidades que intervenham nas áreas da cultura popular.
13. Continuar a cooperação com o GDE “Os Combatentes” e com a Casa do Alentejo.
14. Manter a ligação a certames de base popular local e regional e a outras iniciativas exteriores nos domínios do associativismo, da memória e da cidadania, designadamente com a nossa segunda participação no PAN - Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda em Meio Rural.
15. Manter e reforçar a circulação da informação no blogue “A Aldraba” e na página do facebook “Associação Aldraba”.
16. Continuar a organizar e publicitar o acervo documental da Aldraba.
17. Continuar a realizar a sessão anual da Assembleia Geral Ordinária e as reuniões trissemanais da Direção.
18. Promover a divulgação do nosso percurso junto da comunicação social nacional e regional, destacando ações e artigos publicados acerca da salvaguarda do património, e contactando antecipadamente com a comunicação social local nas zonas onde realizamos iniciativas.

JAF (Fotos LFM)

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Assembleia Geral de 14.2.2020 discute e aprova Relatório e Contas de 2019




































No salão do GDE"Os Combatentes", os associados da ALDRABA que reagiram à convocatória do Presidente da Assembleia Geral discutiram e aprovaram em 14.2.2020, com pequenas emendas, o Relatório e Contas de 2019 e o Plano e Orçamento para 2020 submetidos pela Direção. 

No caso do Relatório e Contas de 2019, que foi objeto de parecer favorável do Conselho Fiscal, a AG aprovou as contas (com 1708€ de receitas e 1244€ de despesas) e o relatório das atividades desenvolvidas, de que se reproduzem os pontos mais salientes:

Assembleias Gerais
Na sede do Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes", reunimos em 15-2-2019 a sessão ordinária anual, que apreciou e aprovou o Relatório e Contas de 2018 e o Plano de Atividades e Orçamento para 2019. No mesmo local e na mesma data, realizou-se a Assembleia Geral Eleitoral, que elegeu os órgãos sociais para o biénio 2019/2020.

Encontros temáticos

Realizámos ao longo do ano, com a colaboração de autarquias, associações e ativistas locais, dois encontros temáticos:

 

XXXVIII Encontro da Aldraba, “As duas faces da Gardunha”, Fundão, 13/14-4-2019

XXXIX Encontro da Aldraba, “Deambulando pelo Alentejo Central”, Alandroal/Redondo/Estremoz, 16/17-11-2019

 

Foram duas atividades muito ricas, de conhecimento e envolvimento com os patrimónios e com as gentes dessas regiões, sendo de destacar, no caso do Fundão, a colaboração dos amigos Sérgio Salvado, Isaura Reis, Luís Lourenço, Luca Fernandes, Manuel Franco, Francisco Roxo, Carlos Ventura, Mónia Roxo, Eduardo Serra, Diamantino Gonçalves, Susana Salvado e Maria das Dores Figueira.

Visitas a museus ou exposições de interesse para o espaço e património popular

Levámos a efeito a 10ª visita deste tipo em 20-10-2019, no Museu do Neo-Realismo de Vila Franca de Xira, à exposição “E não sei se o mundo nasceu”, relativa à vida e obra de Fernando Namora.


Rotas da Aldraba
Realizámos em 24-3-2019 a 8ª Rota da Aldraba – “Por Marvila”, com a colaboração da Associação de Moradores do Bairro das Amendoeiras, na pessoa do seu presidente, o amigo Manuel Saraiva.

Edição e lançamento da revista "Aldraba"
Os nºs 25 e 26 da revista foram editados ao longo do ano de 2019, tendo-se realizado em 18-6-2019 e em 14-11-2019, de ambas as vezes na Casa do Alentejo, as respetivas sessões de lançamento, tendo a apresentação desses dois números estado a cargo, respetivamente, do jornalista Viriato Teles e do prof. Joaquim Saial.

Jantares-tertúlia

Realizámos ao longo do ano duas destas iniciativas:

 

27º Jantar-tertúlia, na SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense, em 27-9-2019;

28º Jantar-tertúlia, no Restaurante Batista (Almada) [com a Associação das Coletividades do Concelho de Almada], em 12-12-2019.

 

Nesses dois jantares, fomos calorosamente acolhidos pelos dirigentes das duas organizações, os amigos Joaquim Silva e Henrique Santos, respetivamente.

Outras atividades associativas
Deu-se continuidade em 2019 ao blogue informativo “A Aldraba” e à página da associação no facebook.
De três em três semanas, continuou a Direção a reunir regularmente, muitas vezes com a presença de membros da Mesa da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal.
Em 2019, foram admitidos 10 novos associados.
Participámos no jantar das comemorações populares do 25 de abril das Coletividades da Zona Oriental de Lisboa, em 30-4-2019, no II Encontro da Cultura Popular do Ribatejo, em Vila Nova da Barquinha, em 24-5-2019, e nas duas sessões do PAN - Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda em Meio Rural, em Vilarelhos e Morille, em 5/6/7-7-2019 e 19/20/21-7-2019, respetivamente.

JAF (fotos LFM)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Registos da visita à exposição "As cheias de 1967"

























25 participantes (associados e amigos da ALDRABA) tiveram o privilégio de ser guiados pelo Nuno Dionísio e pela Susana Neto, na tarde do passado domingo 2.2.2020.

Revivemos a tragédia que foram "As cheias de 1967" através da exposição que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira organizou e que está patente no Celeiro da Patriarcal.


Se não puderem ir vê-la, pelo menos recordem a crónica de Pedro Alvim - Os mortos e os fósforos - considerada “uma das mais belas crónicas do jornalismo português”, citando Alice Vieira.

MEG

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Assembleia Geral anual da Aldraba, 14.2.2020, 6ª feira, 17h30


















Subscrita pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Coelho, foi enviada a todos os associados a convocatória da Assembleia Geral ordinária de 2020, que vai ter lugar no dia 14 de fevereiro próximo, 6ª feira, pelas 17h30 (começa às 18h00 com qualquer nº de associados presentes), na sede do GDE "Os Combatentes", rua do Possolo, 9, em Lisboa.

Como consta da convocatória, iremos fazer o balanço da atividade desenvolvida em 2019 e planear a atividade de 2020, para o que será importante a participação de todos os associados.

Os documentos a apreciar na AG, para além de estarem disponíveis no local da sessão, foram já enviados aos associados.

JAF

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

11ª visita a espaços de interesse para o património popular - Exposição "As cheias de 1967", Celeiro da Patriarcal (VFXira), domingo, 2/2/2020, 14h30























A Aldraba leva a efeito no próximo domingo uma visita guiada à importante exposição que está patente no Celeiro da Patriarcal de Vila Franca de Xira, organizada pela Câmara Municipal, através do seu Museu Municipal.

A exposição é dedicada às Cheias de 1967, e tem curadoria de Joaquim Letria, um dos jornalistas que à época esteve presente nos locais da catástrofe. Pretende contribuir para um melhor conhecimento da realidade política e social da região de Lisboa naquela época, bem como dos acontecimentos que marcaram para sempre a História do nosso País.

É o resultado de um trabalho cuidado de investigação documental e de recolha de testemunhos de muitos residentes locais que partilham as suas histórias e dos seus familiares, no contexto daquele que foi o pior desastre natural em Portugal, depois do terramoto de 1755.
Estão associados ao projeto diversas entidades (RTP, Fundação Calouste Gulbenkian, OGMA Cruz Vermelha Portuguesa, Agência Portuguesa do Ambiente, Arquivo da Defesa Nacional), através da cedência de vídeos e outros elementos documentais que se constituem como importantes contributos para a preservação da memória relativamente a estas ocorrências históricas.
Na noite de 25 para 26 de novembro de 1967, de Cascais a Alenquer, passando por Oeiras, Lisboa, Odivelas, Loures, Alhandra, Alverca, Vila Franca de Xira e Castanheira do Ribatejo, a chuva chegou a atingir os 170 litros por metro quadrado. Em toda a região da Grande Lisboa, a média ultrapassou os 100 litros. Foram cheias rápidas: o Tejo e os afluentes subiram três a quatro metros em poucas horas.
Morreram muitas centenas de pessoas — o Governo falou em 462 mortos, os jornalistas Pedro Alvim, Joaquim Letria e Fernando Assis Pacheco contaram perto de 700. O Estado foi incapaz de dar o apoio adequado às vítimas. Ocorreu então uma mobilização da sociedade civil, nomeadamente de estudantes e de associações católicas.
"Só as Associações de Estudantes e a Juventude Universitária Católica é que estavam no terreno a ajudar as pessoas a tirar a lama, a salvar-lhes os pertences, juntamente com alguns raros corpos de bombeiros e militares. Talvez isso, tenha sido um dos primeiros momentos de mobilização política da minha geração", recordou Mariano Gago.
A visita marcada para a associação Aldraba decorrerá entre as 14h30 e as 16h00, e será guiada pelos colaboradores da CMVFX (setor educativo) Nuno Dionísio e Susana Neto. A entrada é gratuita.
O ponto de encontro é a entrada do Celeiro da Patriarcal, que fica próximo do edifício da Câmara Municipal, frente à estação dos CTT. Recomendamos a utilização do caminho de ferro até Vila Franca, estando a estação ferroviária a poucos minutos do local da exposição.
JAF

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Mouraria, hoje























A nossa amiga Ana Alexandra Henriques, que publicou no nº 26 da revista "Aldraba" o seu testemunho intitulado "Uma experiência como carteira na cidade de Lisboa", escreveu agora esta saborosa crónica sobre o bairro da Mouraria, que aqui publicamos, com a devida vénia:

Depois das ruas do Bairro Alto e do Príncipe Real, o novo trabalho trouxe-me até à Mouraria. E se, nos primeiros casos, circulava essencialmente em vias residenciais, no segundo, nem tanto.

Cores, cheiros, sabores, desde que saio do metro e atravesso parte do Centro Comercial da Mouraria e entro neste mundo a que nenhum dos sentidos fica indiferente.
Não sei ao certo as nacionalidades dos vendedores, creio que há de tudo um pouco, por entre colchas coloridas, roupa, lojas de telemóveis (porta sim, porta sim, e com anúncios à Lycamobile em todos eles), souvenirs para os muitos turistas que por lá circulam, um sapateiro, óculos de sol e relógios de marca não identificada, chapéus e capas para a chuva, porta-chaves peludos e lingerie assustadora… Hehe!
E os cheiros? Especiarias, frutas, legumes, alguns que nem sei o que são… Tudo isto até chegarmos às escadas que dão acesso ao Martim Moniz.
Cá em cima, não é assim tão distinto, passando a haver ainda mais variedade. Aos estabelecimentos anteriores juntam-se os restaurantes chineses, indianos, vietnamitas, paquistaneses, do Bangladesh… com ofertas que o meu paladar rejeita por não gostar de comida muito condimentada, caril e afins.
Há também um sem número de papelarias, esse mundo que eu adoro… cadernos, canetas, lápis, dossiers, folhas coloridas… Aquele cheirinho a papel novo… Como eu era uma criança feliz no “Regresso às aulas”, naquelas idas às compras com a lista de material para a escola…
Por entre uma loja de ferragens, com parafusos do XXS ao XXL e tudo o que se possa imaginar nesse mundo que não domino, há a Doce Mila, famosa pelos pastéis da Mouraria, lado a lado com um centro de explicações, que tem quase sempre à porta, desejosos de aprender Português, chinesinhos/as pequeninos/as, fardados da escola, elas com totós e saias plissadas, eles de calções e camisas brancas, que, com sorte, nos brindam com um "olá!".
Não posso deixar de realçar um relojoeiro, uma loja parada no tempo, a fazer lembrar as de há umas décadas. Pertence a um velhote português, abatido e com olhos tristes, a quem costumo dar um sorriso sempre que nos cruzamos, quando desço a rua, no final do dia de trabalho, e vou em direcção ao metro. Um dia destes talvez pare lá e troque dois dedos de conversa com ele. Aposto que deve ter “estórias” para contar…
Há outros ramos que proliferam por entre as ruas da Mouraria: marroquinaria, bijuteria... Indiana, chinesa… Roupas de cores fortes e colares vistosos, em tons de dourado, enchem as montras, fazendo lembrar, em versão imitação, os de ouro de Viana do Castelo. Malas, bolsinhas, chapéus, porta-chaves… tudo em cortiça, rivalizam com cachecóis coloridos dos clubes de futebol cá do burgo e até do Flamengo de Jorge Jesus.
As lojas chinesas, fazendo concorrência séria ao Ali Express (que também vende a partir do mesmo país), estão cheias de fios, brincos e afins, além de contas de todas as cores e feitios para os/as habilidosos/as que conseguem fazer “coisas giras” com essas matérias-primas.
E as mercearias? Ao lado de uma loja de macrobiótica (filha única, diga-se), proliferam como cogumelos, em frente e ao lado umas das outras. Concorrência pura e dura! Algumas fazem-me lembrar o “lugar da D. Aurora”, onde ia às compras com a minha avó, quando era miúda. Ficava mesmo por baixo do prédio em que moravam os meus avós, no Areeiro, e tinha de tudo um pouco: fruta, legumes, iogurtes e uns requeijões óptimos, numas caixinhas com buraquinhos, que depois de lavadas serviam para eu brincar.
Mas voltando à Mouraria e também um pouco à zona da Almirante Reis. Tal como o relojoeiro do velhote, há mesmo lojas que parecem paradas no tempo. As que vendem lençóis e toalhas, sobretudo. E as de bugigangas, panelas, tachos e afins. Questiono-me como sobrevivem e fazem face à concorrência de um mundo que não pára nem se compadece com “os que ficam para trás”.
Também não faltam as “tascas” portuguesas. Pode comer-se bem e barato (e sem saber a caril… hehe), se tivermos vontade de “espiolhar” ruas mais dentro do bairro em busca de um petisco bem “tuga”. Para isso, talvez seja preciso subir e descer um pouco, atravessar ruas apertadas e andar a pé, mas, no fim, vai valer a pena.
Porém, nem tudo são rosas… A droga, a pobreza e a prostituição são realidades neste bairro lisboeta. Não faltam sem-abrigo a dormir pelo chão, embrulhados na pouca roupa que têm, tapados com cobertores e ou cartões, tentando fazer frente ao frio que se faz sentir.
Paralelamente, por entre esta miscelânea sensorial e de nacionalidades, os bem lisboetas eléctricos “rasgam” a pintura, circulando a abarrotar de turistas, nas ruas apertadas da Mouraria. Não me livro de ter de lhes dar indicações na paragem, sabendo de cor e salteado que procuram o 28 para subirem ao Castelo e passearem pela nossa linda Lisboa, naquela que é uma das carreiras de eléctrico mais carismáticas da cidade. Mas, na realidade, não me importo… Até gosto, na minha habitual interactividade com o que me rodeia.
Conhecem a Mouraria? Passem por cá e digam coisas! 
“Ai, Mouraria
Dos rouxinóis nos beirais
Dos vestidos cor-de-rosa
Dos pregões tradicionais…”

Ana Alexandra Henriques, 24/1/2020