terça-feira, 19 de maio de 2026
Nomes de localidades em azulejos (cont.47)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Maria Vilar vai apresentar o n.º 39 da revista "Aldraba", dia 22.5.2026, 18h, em Carnide
As alterações climáticas
José Alberto Franco
OPINIÃO
Entre memória, território e experiência
Sandra Oliveira
60 000 anos a sobrevoar o imaginário humano
Miguel de Lemos Peixoto
Um olhar sobre as migrações humanas (I Parte)
Myriam Jubilot de Carvalho
PATRIMÓNIO IMATERIAL
O legado de Albino Moura
Luís Filipe Maçarico
ASSOCIATIVISMO E PATRIMÓNIO
Associação Do Fundo à Superfície
Manuel Camacho
50 anos da Constituição da República Portuguesa
Laurinda Figueiras
SABORES COM HISTÓRIA
Licor Beirão: biografia de um sabor português
Maria de Lurdes Pereira
Gastronomia alentejana: tradição identitária com alguma instabilidade
Luís Filipe Maçarico
DESABAFOS
Foi a 25 de abril que tudo finalmente mudou!
Rosário Narciso
CRÍTICA DE LIVROS
Mais do que um livro, “é uma poética da paisagem”
Ana Isabel Veiga
ALDRABA EM MOVIMENTO
O impacto da Aldraba na comunidade
Luís Filipe Maçarico e José Alberto Franco
Novembro de 2025 a abril de 2026
José Alberto Franco
O tio Moreno – Valdanta - Chaves (6)
Rodrigo Dias (Verso da contracapa)
Amor de Maio
Jorge Serra de Almeida (Contracapa)
JAF
quinta-feira, 14 de maio de 2026
A fisga
A fisga foi um objeto familiar para muitos jovens rapazes
portugueses, há umas décadas atrás, em especial para os que viviam em áreas
não-urbanas do país.
Era confecionada com materiais simples e sem custos pelos
rapazes desembaraçados da nossa terra.
Como base um tronco de árvore bifurcado (escolhido com jeito
e cortado entre os ramos de uma qualquer árvore), duas tiras de borracha para
os elásticos laterais (obtidas, por exemplo, a partir de uma câmara de ar, já
furada, de uma roda de bicicleta), e um pequeno pedaço de cabedal para servir
de suporte às “munições” (pequenas pedras ou seixos).
Horas e dias animados para a rapaziada pobre, que se
divertia em provas de pontaria a objetos fixos, na caça às aves ligeiras, ou em
outras malandrices mais ou menos censuráveis…
Uma calorosa recordação que nos foi trazida nos anos 1990’s
por um grupo musical de duração efémera, que já evocámos aqui em agosto de 2025 num
post relativo aos bilhetes postais dos CTT.
Trata-se do grupo que adotou o nome de Rio Grande, que
reuniu seis notáveis artistas - o Rui Veloso, o Tim (dos Xutos e Pontapés), o
João Gil (dos Trovante), o Jorge Palma, o Vitorino e o João Monge. Editaram em
1996 um álbum com o mesmo nome do grupo, e um segundo em 1998 com o nome de
"Dia de Concerto".
Consta do primeiro desses álbuns uma bela peça, com letra do
João Monge e música do João Gil, que hoje aqui reproduzimos:
A fisga
Trago a fisga no bolso de trás
E na pasta o caderno dos deveres
Mestre escola, eu sei lá se sou capaz
De escolher o melhor dos dois saberes
O meu pai diz que o sol é que nos faz
Minha mãe manda-me ler a lição
Mestre-escola, eu sei lá se sou capaz
Faz-me falta ouvir outra opinião
Eu até nem sequer sou mau rapaz
Com maneiras até sou bem mandado
Mestre escola diga lá se for capaz
P’ra que lado é que me viro, p’ra que lado
“Rio Grande”, 1996
JAF
domingo, 3 de maio de 2026
Memória, território e experiência nas Linhas de Torres Vedras
ENTRE MEMÓRIA,
TERRITÓRIO E EXPERIÊNCIA
Centro
de Interpretação das Linhas de Torres e Circuito do Alqueidão
No contexto da valorização do património histórico em Portugal, as
Linhas de Torres têm vindo a afirmar-se como um exemplo relevante de
articulação entre cultura, turismo e desenvolvimento territorial. Há
territórios onde a história não se limita a ser evocada — é vivida, percorrida
e reinterpretada. Em Sobral de Monte Agraço,
essa relação entre passado e presente materializa-se de forma
particularmente expressiva através do Centro de Interpretação das Linhas de
Torres e do Circuito do Alqueidão, pela forma como têm contribuído para a
dinamização cultural e turística do concelho.
As
Linhas de Torres Vedras são, hoje, um dos
mais notáveis exemplos de como o património histórico pode ser motor de
cultura, turismo e desenvolvimento local. O maior sistema defensivo da Europa
foi construído entre 1809 e 1810 no contexto das Invasões Francesas. Mais do
que uma infraestrutura militar, representam um exercício de planeamento
estratégico, engenharia e mobilização de recursos humanos sem precedentes em
território nacional.
A
sua eficácia ficou demonstrada ao travar o avanço das tropas napoleónicas, sem nunca
serem testadas em combate direto: a sua “simples” existência, assente no
conhecimento do território, foi suficiente para a dissuasão militar.
Mas
a relevância das Linhas de Torres não se esgota na sua dimensão histórica. Elas
constituem também um testemunho da vivência das populações locais, marcadas
pela aplicação da política de “terra queimada”, que implicou o abandono de bens
e territórios em nome de uma estratégia coletiva de resistência. É neste
cruzamento entre história militar e história social que se constrói grande
parte do seu significado contemporâneo.
É,
contudo, na sua projeção contemporânea que este património adquire uma nova
centralidade. As Linhas de Torres integram, hoje, um conjunto de redes e
itinerários que se inscrevem nas políticas culturais europeias de valorização
do património como fator de coesão, identidade e desenvolvimento. Inserem-se
nos Itinerários Napoleónicos em Portugal e nas Rotas Napoleónicas por Espanha e Portugal,
mas é sobretudo através do Itinerário Cultural Europeu Destination Napoleon que ganham
enquadramento estratégico no contexto europeu.
Reconhecidos
pelo Conselho da Europa, os Itinerários
Culturais Europeus constituem instrumentos de política cultural que promovem
uma leitura transnacional do património, valorizando temas comuns à história
europeia e incentivando a cooperação entre territórios. Neste quadro, o
património deixa de ser entendido apenas numa lógica local ou nacional,
passando a integrar narrativas mais amplas, que cruzam fronteiras e promovem o
diálogo intercultural.
Através
da Rota Histórica das Linhas de Torres, este território integra ainda a Federação Europeia das Cidades Napoleónicas, que
reúne cerca de 50 cidades europeias associadas à herança napoleónica. Esta
integração não é apenas simbólica, traduz-se na participação em projetos de
cooperação, na partilha de boas práticas e na construção de uma identidade
europeia assente na memória comum. Ao mesmo tempo, contribui para posicionar
territórios de menor escala, como o Sobral de Monte Agraço, em redes
internacionais de relevância cultural e turística.
Neste
contexto, o Centro de Interpretação das Linhas de Torres (CILT), localizado na
Praça Dr. Eugénio Dias — cenário do combate ocorrido a 12 de outubro de 1810 —,
assume-se como um espaço privilegiado para a leitura desse território
multiescalar. Mais do que um equipamento expositivo, o CILT funciona como uma
plataforma de mediação cultural, onde o visitante é convidado a compreender o
território na sua complexidade histórica, social e paisagística, mas também na
sua inserção em dinâmicas europeias.
É
também uma porta de entrada para compreender o território como um todo.
Aqui,
a história ganha vida através de recursos interativos, maquetes e conteúdos
envolventes que ligam o passado ao presente. Mais do que conhecer factos, o
visitante é convidado a descobrir histórias:
· Porque não foi ocupada pelos franceses a Casa dos Condes de Sobral durante a sua permanência na vila?
· O que está por detrás do nome “Rua das Casas Queimadas”, que ainda hoje é recordado pelos sobralenses?
·
O
que aconteceu ao arquivo municipal anterior a 1810?
·
E,
afinal, o que têm os scones a ver com o Sobral?
São
estas pequenas curiosidades que tornam a experiência única e próxima,
transformando o conhecimento em descoberta.
O
CILT distingue-se ainda pela sua forte dimensão de mediação cultural. É um
espaço pensado para todos — desde visitantes ocasionais a investigadores,
passando por famílias e escolas —, promovendo uma relação ativa com o
património e incentivando a sua apropriação pelas comunidades, contribuindo
para a construção de uma relação contemporânea com o património, assente na
participação, na reflexão e na partilha de conhecimento.
Esta
experiência prolonga-se para além do espaço museológico, encontrando no
território a sua expressão mais plena. Por isso, para compreender
verdadeiramente a dimensão das Linhas e o papel do Sobral na Terceira Invasão
Francesa, é preciso sair do edifício e entrar no território.
O
Circuito do Alqueidão constitui, neste sentido, um exemplo paradigmático de
como o património pode ser ativado através da fruição direta.
Localizado
na serra do Olmeiro, o circuito integra quatro dos cinco fortes que compunham o
Grande Reduto do Sobral, incluindo o Forte do Alqueidão, uma das estruturas
mais relevantes de todo o sistema. Este forte desempenhou funções de comando
tático, sob a liderança de Arthur Wellesley,
figura central na estratégia militar aliada.
A
cerca de 439 metros de altitude, o local oferece uma leitura privilegiada da
paisagem e da lógica defensiva das Linhas. A amplitude visual — que abrange o
rio Tejo, o Oceano Atlântico, as serras envolventes, a própria cidade de Lisboa
e, em dias sem neblina, as Berlengas e o Palácio de Sintra — permite
compreender, de forma quase intuitiva, a racionalidade territorial que
sustentou este sistema.
O
percurso pedestre que estrutura o circuito recupera, em parte, os antigos
caminhos militares utilizados para o transporte de recursos e tropas. Ao longo
do trajeto, o visitante cruza-se com vestígios materiais das fortificações,
dispositivos interpretativos e elementos naturais que contribuem para uma
experiência imersiva. Esta articulação entre património cultural e paisagem
natural configura um modelo de fruição integrada, cada vez mais valorizado no
contexto do turismo contemporâneo.
Para
além da dimensão física, o Circuito do Alqueidão possui uma forte carga
simbólica. A experiência de percorrer estes espaços implica um exercício de
imaginação histórica, no qual se evocam os quotidianos dos soldados e das
populações, as estratégias militares e as vivências associadas ao conflito.
E
há detalhes que surpreendem: entre os aspetos mais curiosos associados às
Linhas de Torres, destaca-se o elevado grau de secretismo que envolveu a sua
construção, apesar de milhares de trabalhadores e militares para aí terem sido mobilizados durante
vários meses. A utilização de técnicas de camuflagem natural e a integração das
estruturas na paisagem reforçavam essa invisibilidade estratégica. No caso do
Forte do Alqueidão, a sua capacidade — cerca de 1600 homens e 27 peças de
artilharia — evidencia a escala e a importância deste ponto no dispositivo
defensivo.
São
pormenores como estes que revelam a dimensão humana e estratégica deste
património.
Na
atualidade, o Centro de Interpretação e o Circuito do Alqueidão assumem um
papel determinante na valorização e divulgação deste património, integrando uma
estratégia mais ampla de desenvolvimento territorial promovida pela Rota
Histórica das Linhas de Torres. Para além da função turística, estes
equipamentos desempenham uma relevante missão educativa e cultural, alinhada
com princípios contemporâneos de cidadania e sustentabilidade.
Mais
do que visitar, trata-se de participar.
O
CILT desenvolve um programa educativo dirigido às escolas que, a partir da
história da guerra, promove valores de paz, pensamento crítico e reflexão sobre
os desafios contemporâneos, em ligação com os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável.
Para
o público em geral, o programa Expor(A)lqueidão,
entre maio e outubro, convida à descoberta mensal do território através de
múltiplas perspetivas — ambiental, astronómica, desportiva ou de bem-estar.
Já
o Dia Nacional das Linhas de Torres,
assinalado a 20 de outubro, traz consigo um mês inteiro de celebração,
incluindo a mostra gastronómica À
Mesa dos Generais e diversas atividades para todos os públicos. E,
em dezembro, o aniversário do CILT reforça a ligação entre comunidade e
património, e quem nos visita pode ficar a par de todos os eventos subscrevendo
a newsletter no site www.cilt.pt
Num
tempo em que se procura valorizar o património como recurso para o
desenvolvimento sustentável, estes exemplos mostram como é possível transformar
memória em experiência, território em narrativa e história em futuro.
Porque,
no Sobral, o passado não ficou para trás — continua a ser vivido, partilhado e
reinventado.
Sandra Oliveira
quinta-feira, 30 de abril de 2026
21.º aniversário muito animado
terça-feira, 28 de abril de 2026
Alterações climáticas
Pré-publicação do editorial do n.º 39 da revista "Aldraba":
Alterações climáticas
Nos passados meses de janeiro e fevereiro, tempestades brutais varreram largas zonas do Centro de Portugal, deixando atrás de si um cortejo de devastação, desolação, sofrimento humano, algumas vítimas e muita destruição de casas, de infraestruturas e, até, de algum património cultural – como no edificado religioso (que obrigarão a um gigantesco esforço de reconstrução).
É inevitável que todos associemos estes factos, e outros que se vêm sucedendo pelo mundo fora, às chamadas alterações climáticas, entendidas como as variações dos padrões meteorológicos de longo prazo na Terra, como a temperatura, os níveis do mar e a precipitação de chuva, com causas (ou, pelo menos, fatores de aceleração) na atividade humana.
A associação Aldraba e a sua
revista, atentas a tudo quanto afeta e preocupa as nossas populações, não podem
deixar de dar aqui um pequeno contributo para a obrigatória reflexão coletiva a
este respeito.
Alguns negacionistas continuam
a tentar semear dúvidas e minorar os problemas. Absurdo! Como muito bem
escreveu, recentemente, Adolfo Mesquita Nunes, “o consenso científico é
robusto: as alterações climáticas são reais, estão a acontecer e têm causas
humanas identificáveis. Negar isto é negar décadas de dados empíricos,
recolhidos e analisados por milhares de investigadores de todo o mundo,
sujeitos a revisão por pares e a replicação independente”.
O aumento da temperatura média
da Terra é um exemplo de alteração climática. A temperatura na Terra é regulada
pelo chamado efeito de estufa: parte da radiação que o planeta recebe do Sol é
refletida de volta para a atmosfera e, aí, é absorvida pelos “gases com efeito
de estufa”, aquecendo a Terra. Isto veio intensificar mudanças nos padrões
meteorológicos, como a precipitação, e a frequência e intensidade de fenómenos
extremos, como secas, ondas de calor, inundações, cheias e furacões.
A queima de combustíveis
fósseis como o petróleo, o carvão e o gás natural, junto com a agricultura, a
pecuária e a desflorestação, emitem crescentemente para a atmosfera gases com
efeito de estufa (dióxido de carbono, óxido nitroso e metano) e diminuem a
extensão dos processos de remoção do carbono.
Em face desta constatação,
todos os cidadãos conscientes e solidários que, como a Aldraba tem vindo a
modestamente preconizar, se preocupam com o futuro, com a sustentabilidade das
suas terras e com a felicidade das novas gerações, têm de adotar nas suas
práticas individuais e coletivas comportamentos adequados.
Não é possível inverter as
alterações climáticas, mas podemos, cada um de nós, contribuir para atenuar os
seus efeitos, diminuindo a quantidade de emissões de dióxido de carbono libertadas
para a atmosfera, com mudanças drásticas em setores como os transportes, a
energia, a indústria, a habitação, a gestão dos resíduos e a agricultura, tornando
a nossa sociedade mais resiliente, designadamente na utilização mais eficiente
dos recursos hídricos escassos, na adaptação das práticas agrícolas e
florestais e na garantia de que os edifícios e as infraestruturas serão capazes
de resistir às condições climáticas e aos eventos extremos do futuro.
Somos todos desafiados a mudar
as nossas atitudes no dia-a-dia, como seja na redução da produção de resíduos,
no evitar das deslocações em veículos motorizados, no dar prioridade às viagens
em grupo em lugar das individuais, no uso dos transportes coletivos em vez do
automóvel pessoal, etc..
No que se refere aos
transportes coletivos, o economista Lino Fernandes alertava-nos há dias nas
redes sociais, num tom otimista, que o efeito na substituição dos combustíveis
fósseis pode ser mais rápido no caso português, porque os meios coletivos, no
essencial, já estão eletrificados. A rede de comboios tem uma elevada taxa de
eletrificação nas zonas metropolitanas e não só, e o transporte fluvial urbano também
deu um grande salto na eletrificação, podendo ambos aumentar, rapidamente, o
número de passageiros transportados.
É certo que os autocarros de
passageiros têm, entre nós, uma taxa de eletrificação menor, mas temos produção
nacional de veículos elétricos que pode ser aumentada.
Assim, que a nossa ação cívica,
como seja, junto das autarquias e de outras entidades locais, se oriente pela
reivindicação de investimentos que carecem de ser feitos na correção de
infraestruturas e na maior produção de veículos limpos, e numa decidida
transformação da oferta de serviços de transportes, satisfazendo, em termos de
frequência e de cobertura dos dias da semana, as reais necessidades das
populações.
No que se refere ao transporte
de mercadorias, em que as viaturas rodoviárias pesadas queimam quase metade dos
combustíveis líquidos consumidos, a aposta tem de ser decididamente na ferrovia
para os percursos médios e longos, combinada com as viaturas elétricas ligeiras
para a distribuição fina.
Como se vê, coloca-se à nossa
frente um largo e exigente campo de intervenção, para todos os cidadãos que
queiram efetivamente ser atores nas transformações obrigatórias a introduzir
nas nossas sociedades doentes.
José Alberto Franco
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Jantar comemorativo dos 21 anos da associação Aldraba
No
próximo dia 25 de abril de 2026, sábado, completam-se 21 anos sobre a
Assembleia Geral constituinte que fundou a nossa Associação.
Nesse
dia, além do grande desfile popular do 25 de abril pela Avenida da Liberdade,
realizam-se muitas outras atividades comemorativas que tornariam difícil
promovermos uma celebração autónoma da Aldraba.
Assim,
optou-se por organizar um jantar comemorativo do nosso 21.º aniversário
na quarta-feira seguinte, dia 29 de abril de 2026, a partir das 19 h, na Casa
do Concelho de Alvaiázere (sita na rua Eça de Queirós, 13, em Lisboa,
numa transversal da av. Duque de Loulé, próximo do Marquês do Pombal).
O
menu do jantar incluirá entradas de azeitonas, queijo e pão, prato de
lombo assado com migas de chícharo, vinho/água, sobremesa e café, ao preço
único de 20€, com outras bebidas pagas à parte.
Os
interessados em participar neste jantar de aniversário devem manifestar-se até
3.ª feira, 28 de abril, junto de aldrabaassociacao@gmail.com, ou junto do Albano Ginja (albanoginja@gmail.com ou
T.914773956) ou ainda do José Alberto Franco (jaffranco@gmail.com ou
T.963708481).
JAF







