segunda-feira, 24 de agosto de 2026

O acervo documental da Aldraba (8bis): Doçaria e gastronomia

Ao longo dos 20 anos em que tem vindo a ser publicada, a revista "Aldraba" divulgou já dezenas de especialidades doceiras e gastronómicas da nossa terra.

Em 21/7/2013, no post n.º 8 desta série, indicámos aqui os 9 artigos publicados até essa altura na revista relativamente a doces, comidas e bebidas portuguesas.

Atualizamos hoje essa lista, incluindo todos os textos que entretanto foram publicados e que se referem aos dois descritores temáticos em causa:


Augusto Fernandes, “Viagem à terra do vinho dos mortos”, n.º 19 (Abr.2016), p.13

Carlos Cunha, “Pastel de feijão de Torres Vedras”, n.º 3 (Jun.2007), p.18

Carlos Vicente, “Os fornos do povo - catedrais do pão”, n.º 34 (Out.2023), p.6

Fernando Estevens, “Entre alimentação e comida, até à memória de cheiros esquecidos”, n.º 28 (Out.2020), p.2

João Coelho, “A confeção tradicional da broa numa aldeia beirã”, n.º 23 (Abr.2018), p.16

José Manuel Prista, “A ASAE e os sabores”, n.º 5 (Jul.2008), p.19

Luís Afonso, “ASAE”, n.º 5 (Jul.2008), verso da capa

Luís Afonso, “Dinheiros públicos”, n.º 8 (Dez.2009), verso da capa

Luís Afonso, “Nouvelle cuisine”, n.º 18 (Out.2015), verso da capa

Luís Ferreira, “Açorda de alho”, n.º 23 (Abr.2018), p.18

Luís Filipe Maçarico, “Afonso Miranda do ‘Sino Doce’ de Almada: Uma vida de muito trabalho ambicionando a qualidade”, n.º 26 (Out.2019), p.23

Luís Filipe Maçarico, “Batata doce - Associativismo em tempos de contenção. O singular caso da ADPHA”, n.º 27 (Abr.2020), p.18

Luís Filipe Maçarico, “Gastronomia alentejana: tradição identitária com alguma instabilidade”, n.º 39 (Abr.2026), p.18

Luís Reis Ágoas, “A caneja de infundice na Ericeira”, n.º 12 (Out.2012), p.15

Manuel Mamede Pereira, Ser alfacinha”, n.º 13 (Abr.2013), p.15

Margarida Alves, “Queijadas de Sintra”, n.º 7 (Jul.2009), p.15

Maria de Lurdes Pereira, “Licor Beirão: biografia de um sabor português”, n.º 39 (Abr.2026), p.16

Nuno Roque da Silveira, “As cavacas de Mação”, n.º 37 (Abr.2025), p.24

Nuno Roque da Silveira, “Grandes artistas do efémero”, n.º 8 (Dez.2009), p.17

Nuno Roque da Silveira, “O queijo da Serra de Fornos de Algodres”, n.º 20 (Out.2016), p.22

Nuno Roque da Silveira, “Tigeladas e outros doces”, n.º 38 (Out.2025), p.14

Olga Cavaleiro, “As confrarias gastronómicas de Portugal”, n.º 25 (Abr.2019), p.14

Vanda Oliveira, “Os fofos de Belas”, n.º 6 (Dez.2008), p.9


Como sempre, qualquer associado ou amigo que deseje aceder a algum ou alguns destes artigos pode solicitá-lo por um simples mail para aldrabaassociacao@gmail.com, e teremos todo o gosto em o(s) reproduzir e enviar.


JAF  

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Mamíferos selvagens em Portugal (6) - Veados


 


Ocupemo-nos hoje da 6.ª espécie zoológica incluída entre os 19 animais referenciados em 17/9/2025, no primeiro post desta série, como mamíferos selvagens avistados em Portugal nos últimos anos.

É chegada a vez dos veados, cientificamente designados como cervus elaphus, de pelagem castanho-acinzentada no inverno e mais avermelhada no verão, que são considerados como o maior mamífero em estado selvagem em Portugal, chegando a medir mais de dois metros de comprimento e a pesar mais de 170 kgs.

Nos últimos 50 a 70 anos e após um forte decréscimo, a espécie tem consolidado a sua presença no nosso país, em alguns casos com apoio humano, como aconteceu no programa de reintrodução do veado na Serra da Lousã, que o biólogo e investigador Carlos Fonseca acompanha desde 1995. Além desta população, entre as maiores estão a do Parque Natural de Montesinho, no nordeste transmontano, a do Tejo Internacional e a da Tapada Nacional de Mafra.

Este herbívoro encontra descanso e refúgio em zonas florestais e de habitats com densa cobertura, das quais sai para se alimentar em áreas mais descobertas, de matos e pastagens.

É nas áreas abertas que se torna mais fácil avistá-los durante os meses de outono, quando ocorre a "brama" - nome relacionado com os bramidos que os veados machos emitem durante a época de reprodução, que acontece todos os anos entre setembro e novembro, durando cerca de um mês. Os sons fortes e guturais servem para afastar outros machos e atrair as fêmeas. Os comportamentos e fortes vocalizações da brama são comuns de madrugada e ao crepúsculo. 

É nestes períodos que decorrem habitualmente as visitas de observação do veado na natureza, que devem fazer-se com o apoio de operadores especializados e guias.

Os jovens machos ganham as suas primeiras hastes, umas pequenas protuberâncias ainda não ramificadas, no primeiro ano de vida, embora só se estreiem na brama após os dois ou três anos de idade. À medida que os anos passam, a armação vai alterando o seu tamanho, espessura e número de ramificações. O desenvolvimento máximo acontece por volta dos oito a doze anos de idade.

JAF (foto e informações recolhidas na internet)

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Ecos do PAN de Vilarelhos de 24/26.7.2026










 


























Alguns registos fotográficos do Festival/Encontro de Vilarelhos, que decorreu com muita animação nesta aldeia de Trás-os-Montes, de 24 a 26 do corrente mês de julho.
Não faltaram a poesia - com o percurso noturno a inaugurar mais placas com poemas pelas ruas da freguesia, e o habitual sarau -, sessões evocativas de artistas que comemoram em 2026 o seu centenário, e muita música!
Parabéns à organização, com particular destaque para o Franscisco José Lopes, o António Sá Gué e o Carlos Videira.

JAF 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Nomes de localidades em azulejos (cont.48)






Foi agora localizada, e aqui reproduzimos com todo o gosto, a placa toponímica de Vila do Conde, com que o Automóvel Club de Portugal assinalou nos princípios do sec. XX esta dinâmica cidade do Norte de Portugal.

Vila do Conde é sede de concelho e fica situada no distrito do Porto, na sub-região NUTS III Área Metropolitana do Porto (que o correspondente descritor temático da Aldraba designa de Grande Porto).  

A fotografia desta bela placa de azulejos foi-nos enviada pela nossa amiga Susana Rodrigues, que prossegue assim uma colaboração connosco de anos a fio, que muito nos estimula e que daqui saudamos.

A área do país onde fica Vila do Conde está ainda insuficientemente representada no nosso blogue, pois apenas temos, até ao presente, 5 placas divulgadas do distrito do Porto (2 de Baião, 2 da Maia e esta de V.Conde). Um apelo aos residentes e visitantes dessa área para que localizem e fotografem outras placas que ainda sobrevivam... 

Com a publicação de hoje, atingimos um total de 208 placas de azulejos divulgadas no nosso blogue, afetas a 182 diferentes localidades, situadas em 94 concelhos de todos os 18 distritos do continente português. 

JAF

domingo, 19 de julho de 2026

Festival PAN em Morille e em Vilarelhos no mês de julho de 2026




Como acontece regularmente há vários anos, realiza-se no corrente mês o PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda em Meio Rural, nas suas duas edições geminadas (17-19.7, em Morille-Salamanca/Castela, e 24-26.7, em Vilarelhos-Alfândega da Fé/Trás-os-Montes).

A Aldraba volta a participar na edição de Vilarelhos, através de alguns dos seus dirigentes e ativistas, que foram convidados a diversos títulos, e desafia todos os seus associados e amigos a aparecerem em algumas das atividades previstas.

Programa resumido (consultar o programa integral em https://heyzine.com/flip-book/0c835dd216.html ) :

Sexta-feira – 24 de julho.

15.30 – Casa do Alpendre. ABERTURA. Momento musical. 16.00 – Visita às exposições. 17.30 – Escola Primária de Vilarelhos. TERTÚLIA: Poetas e Escritores do PAN – livros e projetos. 20.00 – Jantar 21.30 – Casa do Alpendre. Projeto VILARELHOS – ALDEIA DA POESIA. Percurso Urbano de Poesia. Acompanhamento musical.

Sábado – 25 de julho.

09.30 – Casa do Alpendre. TERTÚLIA: Poetas e Escritores do PAN – livros e projetos. 13.00 – Almoço 15.30 – Casa da Cultura Mestre José Rodrigues. Abertura da exposição coletiva, “Longe de perto”. 18.00 – Largo do Solar do Morgado de Vilarelhos. SARAU DE POESIA. Momento musical. 20.30 – Jantar 21.30 – Palco exterior do Pavilhão Multiusos. NOITE MUSICAL.

Domingo – 26 de julho.

09.30 – Pavilhão Multiusos Roteiros da Escrita e da Arte. ARTUR BUAL-100 ANOS; JOÃO DE ARAÚJO CORREIA. 12.00 – Pavilhão Multiusos. Projeto PLACA. 13.30 – Almoço. 17.00 – Pavilhão Multiusos. TEATRO . 20.30 – JANTAR COMUNITÁRIO. 22.00 – Palco exterior do Pavilhão Multiusos. ARRAIAL.

Em paralelo, vão estar acessíveis, durante os 3 dias, diversas EXPOSIÇÕES de pintura, manifestações de inúmeros POETAS-ESCRITORES-ASSOCIATIVISMO, outros ARTISTAS e muitos MÚSICOS.

JAF

segunda-feira, 6 de julho de 2026

O acervo documental da Aldraba (29) - Trás-os-Montes

Retomamos a divulgação (e disponibilização) dos trabalhos publicados na revista Aldraba, relativos aos temas patrimoniais de que a nossa associação se vem ocupando ao longo dos seus 21 anos de existência.

Desta vez, debruçamo-nos sobre a região de Trás-os-Montes, que é um território do Nordeste de Portugal de enorme riqueza humana e social.

O descritor temático "Trás-os-Montes", para a Aldraba, inclui as sub-regiões estatísticas NUTS III Terras de Trás-os-Montes, Alto Tâmega e Lindoso, e Douro, e abrange os seguintes 34 municípios: Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais - nas Terras de Trás-os Montes; Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar - no Alto Tâmega e Lindoso; e Alijó, Armamar, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Moimenta da Beira, Murça, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Vila Real, no Douro.

Na nossa revista, publicámos sobre Trás-os-Montes os seguintes artigos:

Augusto Fernandes, “Viagem à terra do vinho dos mortos”, n.º 19 (Abr.2016), p.13

Francisco José Lopes, “Vilarelhos – terra de poesia e arte de vanguarda em meio rural”, n.º 32 (Out.2022), p.23

Luís Filipe Maçarico, “A história de um encontro do património transfronteiriço”, n.º 24 (Out.2018), p.11

Luís Filipe Maçarico, “Couto Misto, uma república entre dois reinos”, n.º 33 (Abr.2023), p.2

Maria Hercília Agarez, “Amadeu Ferreira, um cibo de Trás-os-Montes”, n.º 17 (Abr.2015), p.22

Ondina Albino, “O linho”, n.º 28 (Out.2020), p.24

Rodrigo Dias, “Sobre a luz e o escuro: Valdanta – Chaves [1]”, n.º 28 (Out.2020), verso da contracapa

Rodrigo Dias, “Sobre a luz e o escuro: Valdanta – Chaves [2]”, n.º 30 (Out.2021), verso da contracapa

Rodrigo Dias, “Valdanta – Chaves – Trás-os-Montes [3]”, n.º 32 (Out.2022), verso da contracapa

Rodrigo Dias, “Amoras silvestres - Valdanta – Chaves [4]”, n.º 33 (Abr.2023), verso da contracapa

Rodrigo Dias, “Como se a noite fosse uma evaporação escura da terra - Valdanta – Chaves [5]”, n.º 34 (Out.2023), verso da contracapa

Rodrigo Dias, “O Tio Moreno – Valdanta - Chaves [6]”, n.º 39 (Abr.2026), verso da contracapa

Shawn Parkhurst, “A constelação chamada Douro chama”, n.º 21 (Abr.2017), p.8

Qualquer associado ou amigo que deseje aceder a algum ou alguns destes artigos pode solicitá-lo por um simples mail para aldrabaassociacao@gmail.com, e teremos todo o gosto em o(s) reproduzir e enviar.


JAF  

domingo, 28 de junho de 2026

A Aldraba confraternizou no arraial de Os Combatentes


 













Alguns associados e amigos da Aldraba aceitaram o desafio para vir confraternizar em mais um arraial popular na coletividade nossa amiga de Campo de Ourique, o Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes", que este ano comemora o seu 120.º aniversário.

Na noite de 26 de junho de 2026, a mesa que reservámos foi muito bem servida de caldos verdes, caracóis, bifanas, chouriço assado e sardinhas, tudo regado a cerveja, vinho e sangria...

Entre as atrações da época que partilhámos, destacou-se o animado desfile da Marcha Infantil de Alcântara, em que nos encantaram dezenas de miúdas e miúdos muito bem vestidos, bem ensaiados e com muita convicção!

JAF (foto AIVeiga)