quarta-feira, 17 de agosto de 2005

A poesia das pequenas coisas


São pequenas cintilações quotidianas, livros, fotografias, desenhos, postais, velhos brinquedos. A memória respira neles. A infância e os amigos que já partiram perpetuam-se nestes objectos biográficos. A poesia pode nascer, subitamente, no simples acto de olhar para um destes fragmentos da existência.
(foto de LFM)

De “ÁGUAS DO SUL”
Postado por oasis dossonhos às 12:02 5 comentários

COMENTÁRIOS
Ana Teresa Bonilha disse...
É delicioso pegar esses objectos sentir-lhes o cheiro, a textura e como num passe de mágicas sensações, imagens e lembranças voltarem... coisas que esquecemos que lembrávamos
17 Agosto, 2005 14:00
Mendes Ferreira disse...
as pequenas coisas....AS GRANDES COISAS....bjo.
17 Agosto, 2005 15:05
stillforty disse...
Tenho alguns objectos assim, pequenas coisas, aqui e ali, sinto-lhes o cheiro...respiro. bjo
17 Agosto, 2005 23:32
Fernando B. disse...
Aqui há uns anos conheci, nos arredores do Porto, uma fábrica familiar, que se dedicava à construção de réplicas de brinquedos em folha. Adquiri algumas e eles ainda me dispensaram quatro ou cinco peças realmente antigas.Um abraço,
18 Agosto, 2005 18:08
augustoM disse...
Os brinquedos são o maior veículo da nossa memória da infância. Todos temos grandes e pequenas lembranças relacionadas com eles. Um brinquedo especial lembra-me o meu avô, outro não menos o meu pai e assim por diante.Um abraço. Augusto
22 Agosto, 2005 14:05

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