quinta-feira, 20 de março de 2008

Primavera, Páscoa e a harmonia desejada



A juventude e a busca da harmonia - Esta imagem traduz os nossos votos, no sentido de uma Páscoa Suave, com Saúde, neste começo de Primavera, a todos os que se preocupam com o Património e uma vida equilibrada, que não moleste o Planeta e os seus seres vivos.
LFM(texto) Rosário Fernandes(foto)

"A ALDRABA"
Publicada por a aldraba em 3/20/2008 11:52:00 AM

A herança de Mértola


Nas nossas urbes permanece uma marca arquitectónica, que corresponde à influência civilizacional árabe, que a passagem de séculos não apagou.
Mértola é um desses casos, que na sua herança conta com um belo espólio de becos, arcos e passadiços e uma memória fantástica no imaginário e em testemunhos valiosíssimos que o Campo Arqueológico recuperou de uma hibernação interrompida por escavações, partilha de conhecimentos e um Núcleo Museológico brilhante na sua concepção e exibição.
Rosário Fernandes ofereceu-nos esta imagem que nos remete para esse passado empolgante.
A propósito, relembramos que a partir de Outubro funcionará, na esplêndida vila do Baixo Guadiana diante do Guadiana, o Mestrado "Portugal Islâmico e o Mediterrâneo".
LFM(texto) Rosário Fernandes (foto)

"A ALDRABA"
Publicada por a aldraba em 3/20/2008 11:39:00 AM

Espanto, vergonha, revolta

Na primeira exposição realizada pela ALDRABA, “Aldrabas e Cataventos – Do Espaço à Vivência”, em Abril de 2005, um dos painéis (aquele que abordava a presença/influência dos cataventos na arte contemporânea), mostrava uma fotografia de um conjunto escultórico da autoria do escultor José Aurélio, colocado junto às muralhas de Monsaraz: eram “Os Pássaros Voadores para o Alqueva”. Valia a pena lá ir para olhar/ver a escultura vigilante sobre a grande albufeira.



Na última frase utilizei o passado. Quando, em Junho de 2005, referi esta escultura num post colocado neste blogue, falava maravilhado do presente. Mas, citando Sá de Miranda, “m’as espanto às vezes, outras m’avergonho”... É o caso! Viajando por terras de Monsaraz, procurando olhar o Alqueva com aqueles pássaros voadores entre mim e as águas, primeiro veio o espanto, a incompreensão. Depois a vergonha e ainda a revolta. Seria mesmo possível?! Vejam:





Procurei saber. Porquê? No Turismo a funcionária mostrou uma total ignorância. Nem sequer sabia da existência da escultura, repito, nem sequer sabia da existência da escultura! Era Domingo e os serviços camarários fechados.

Porquê? Tivesse sido o vento, tivesse sido vandalismo, pouco importa. O que me assusta é ser possível que aquele espectáculo degradante se mantenha. De preferência reconstituam. Falem com José Aurélio. Se não for possível, removam o que resta, eliminem aqueles destroços, deixem-nos apenas a memória do belo.

JMP (texto e fotografias)

"A ALDRABA"
publicado às 8:11 AM

2 Comentário(s):
Anónimo
Estou solidário com o espírito desta notícia.Eborense
Sexta-feira, Março 21, 2008 5:38:00 PM
Anónimo
Caro JMP
Obrigado por ter apresentado a sua/nossa indignação. É incrível como os ataques ao património ficam impunes e são consideradas coisas de somenos...Alentejana
Sexta-feira, Março 21, 2008 5:42:00 PM

domingo, 16 de março de 2008

Varandas




Na mesma rua [Rua do Alecrim], varandas pombalinas e de Siza Vieira, mesmo em frente...
LFM


"A ALDRABA"
Publicada por a aldraba em 3/16/2008 05:16:00 PM

sábado, 15 de março de 2008

Os viadutos da Rua do Alecrim





''Quando se inicia a subida da Rua do Alecrim, pode ver-se que foram construídos dois viadutos transversais (a história dos viadutos na cidade é muito antiga, como se vê) para resolver o forte desnivelamento dos terrenos.''
João Rodeia, Ordem dos Arquitectos

"A ALDRABA"
Publicada por a aldraba a 3/15/2008 05:38:00 PM

terça-feira, 11 de março de 2008

Dois postigos




A marca ficou nos labirintos que serpenteiam pelas urbes, como sucede numa antiquíssima artéria em Évora, ou na Rua das Canastas de Alpedrinha.
Postigos que evocam páginas de livros de mistério e aventura. Parece que a qualquer momento Alexandre Dumas ou Herculano nos indicarão estes caminhos, estas portas, eles próprios personagens de enredos fabulosos...
Gente desconfiada espreitará por dentro desses resguardos da intimidade, ou apenas o silêncio responderá ao turista que procura excitação?

Será que esta aura de lenda terá hipótese de respirar por muito tempo ainda nas nossas vilas e cidades?
Texto e fotos de LFM
"A ALDRABA"
Publicada por a aldraba em 3/11/2008 06:35:00 PM

quinta-feira, 6 de março de 2008

4º Jantar-tertúlia, na Casa de Lafões, dia 13 de Março de 2008



Prosseguindo este tipo de iniciativas (que já nos levou à Casa das Beiras, à Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e à Casa do Concelho de Alvaiázere), a Aldraba vai agora levar a efeito um jantar de convívio e de cultura na Casa de Lafões já no próximo dia 13 de Março, com início às 20 horas.

Seremos recebidos e acompanhados nesta noite pelo Presidente da Direcção da casa regional, o amigo Alberto Figueiredo, que se disponibilizou com muito interesse em cooperar com a nossa associação.

A refeição, ao preço de 11,5 € por pessoa, compreenderá aperitivos (chouriço, queijo, azeitonas), pão e vinho, ementa regional de vitela de Lafões com arroz, fruta e doce, café e digestivos.

Depois do jantar, teremos uma conversa com o referido presidente da Direcção, e outros associados presentes, acerca do património e da cultura daquela rica região da Beira Alta.

Esperamos a comparência de muitos no jantar. As inscrições devem ser feitas telefonicamente, até às 12h do dia 12 de Março (4ª feira), junto da Mª Eugénia Gomes (T:919647195) ou do António Brito (T:963804287).
"A ALDRABA"