domingo, 28 de junho de 2026

A Aldraba confraternizou no arraial de Os Combatentes


 













Alguns associados e amigos da Aldraba aceitaram o desafio para vir confraternizar em mais um arraial popular na coletividade nossa amiga de Campo de Ourique, o Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes", que este ano comemora o seu 120.º aniversário.

Na noite de 26 de junho de 2026, a mesa que reservámos foi muito bem servida de caldos verdes, caracóis, bifanas, chouriço assado e sardinhas, tudo regado a cerveja, vinho e sangria...

Entre as atrações da época que partilhámos, destacou-se o animado desfile da Marcha Infantil de Alcântara, em que nos encantaram dezenas de miúdas e miúdos muito bem vestidos, bem ensaiados e com muita convicção!

JAF (foto AIVeiga) 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

A Aldraba vai ao arraial dos Combatentes - 6.ª feira, 26jun2026, a partir das 20 h


Assinalando os Santos Populares de 2026, a Aldraba organiza uma ida ao Arraial da nossa coletividade amiga GDEC - Grupo Dramático e Escolar Os Combatentes, na próxima 6.ª feira, dia 26 de junho, no amplo espaço em que estas festividades vêm decorrendo - entrada pela Rua Possidónio da Silva, n.º 206, Campo de Ourique, em Lisboa.

Temos reservada uma mesa em que poderão participar quaisquer associados e amigos da Aldraba (sem necessidade de inscrição prévia) que apareçam para petiscar e conviver, com garantia de serviço à mesa, bastando dirigir-se à zona que está assinalada em nosso nome.

Poderemos encomendar e consumir sardinhas assadas, bifanas, moelas, chouriço assado, morcela, entremeada, caracóis ou outros petiscos, e beber cerveja, vinho, sangria ou sidra. O pagamento será feito individualmente, em função dos consumos concretos.

Música ao vivo, marchas populares e dança abrilhantarão a noite.

Esta atividade é considerada como o 43.º jantar-tertúlia da Aldraba.

Apareçam e tragam familiares e amigos!

JAF

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Mamíferos selvagens em Portugal (5) - Doninhas

O nome científico da doninha comum é mustela nivalis

As doninhas possuem corpo alongado e esguio, com comprimento variando entre 17 e 55 cm, dependendo da espécie, e cauda proporcionalmente curta ou longa, podendo chegar a 20 cm em algumas espécies.

São predadores noturnos e solitários, caçando principalmente pequenos roedores, como ratos, mas também aves, ovos, insetos, répteis e, ocasionalmente, peixes. A sua habilidade de entrar em buracos e túneis estreitos permite capturar presas escondidas, tornando-os eficazes no controle de populações de roedores, o que beneficia ecossistemas e atividades humanas.

Segundo o investigador Francisco Álvares, especializado em mamíferos carnívoros, a doninha é “o carnívoro de menores dimensões da fauna portuguesa”.

Aparecem “numa grande variedade de ambientes, desde florestas mediterrâneas até prados alpinos, selecionando os habitats pela sua abundância de micromamíferos”, segundo o Atlas de Mamíferos de Portugal.

Em Portugal, os cientistas acreditam que as doninhas estão distribuídas por todo o território continental, “embora com grandes descontinuidades”, e também em algumas ilhas dos Açores. No entanto, como se trata de “uma espécie de difícil deteção”, havendo hoje um baixo número de registos, são necessários mais estudos sobre a presença deste mamífero, indica o Atlas.

JAF (foto e informações recolhidas da Internet)



sábado, 13 de junho de 2026

Ainda acerca do lenço dos namorados do Minho














Depois do post que aqui publicámos em 29 de maio último, com informação sobre a realidade etnográfica dos lenços de namorados do Minho, temos a notícia animadora de que esta preciosidade popular portuguesa acaba de ser registada no quadro jurídico da União Europeia para produtos artesanais e industriais, passando a ser protegida e reconhecida com Indicação Geográfica na UE (sistema que começou a ser aplicado em 1 de dezembro de 2025).

Segundo comunicado do Instituto da Propriedade Inteletual da União Europeia (EUIPO), divulgado no jornal Público, "Portugal é o país mais ativo no âmbito do novo sistema de proteção do património artesanal e industrial a nível europeu"...

Surpresa muito agradável, que saudamos calorosamente, e que contrasta com tanta indiferença e incúria que se tem observado sobre estes temas na nossa terra!

O diretor executivo do EUIPO, João Negrão, afirma que esta inscrição dos lenços de namorados do Minho evidencia "a riqueza e a diversidade cultural que o novo sistema europeu de indicações geográficas para produtos artesanais e industriais procura proteger".

E afirma ainda que se trata de "um símbolo importante da identidade portuguesa e da sua história, mas também de um exemplo de como as indicações geográficas podem ajudar a preservar o saber-fazer local, apoiar os artesãos e reforçar as economias em toda a Europa".

Os lenços de namorados do Minho fazem parte do primeiro grupo de produtos registados na União Europeia, a par com outros produtos solicitados pela Eslováquia, pela República Checa, pela Suécia, pela Eslovénia e pela França.

Na lista de produtos portugueses com processos de reconhecimento em curso estão bordados de Guimarães e das Caldas da Rainha, o fio de seda de Freixo de Espada à Cinta, a tecelagem de ponto alto da ilha de S. Jorge, os bonecos de Estremoz, a viola amarantina e a camisola poveira.

Informa o EUIPO que, durante os primeiros 6 meses de aplicação do novo regime, recebeu 74 pedidos de registo, o que reflete "o interesse contínuo e a crescente sensibilização dos produtores locais para a importância de combater a contrafação e a imitação".

JAF