No início de cada ano, uma votação online escolhe a "Árvore Portuguesa" desse mesmo ano, de entre as muitas que tenham sido candidatadas para o efeito.
Disso demos aqui notícia em janeiro de 2023, ao publicitarmos o eucalipto de Contige (Viseu), e em janeiro de 2024, com a camélia-japoneira de Guimarães.
Em 2025, apesar de nos termos atrasado nesta singela homenagem ao nosso património natural, ainda vimos fazê-lo hoje.
Assim, aqui fica o devido destaque à chamada Figueira dos Amores, que mereceu a distinção de "Árvore Portuguesa de 2025".
A árvore pode ser encontrada no Jardim, junto à Fonte dos Amores, espaço da história de amor de Pedro e Inês.
Plantada no jardim no século XIX, por um aristocrata colecionador de árvores, na sequência de trocas de sementes com o Jardim Botânico de Sidney, a peça chama a atenção pela dimensão dos seus ramos, tronco e raízes.
De nome científico Ficus macrophylla, esta árvore é também conhecida como figueira-estranguladora. Nativa das florestas chuvosas da costa leste da Austrália, no seu habitat natural cresce mais frequentemente sob a forma de estranguladora do que de árvore, na copa de uma árvore hospedeira. A nova planta emite raízes que após tocarem o solo permitem que se torne autónoma e acabe por estrangular o hospedeiro.
Mas esta figueira é amplamente utilizada como uma árvore ornamental em parques públicos e jardins em climas mais quentes, como na Califórnia, Portugal, Itália e Austrália.
JAF
Que linda!
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