segunda-feira, 25 de julho de 2016

Visita ao Museu do Aljube, próx. sábado, 30/7/2016








Nos últimos 3 anos, a ALDRABA passou a incluir nos seus planos de atividades a realização de "visitas a museus e exposições que se insiram no espaço e património popular".

Vamos agora promover a 4ª atividade desse tipo, com uma visita ao Museu do Aljube, em Lisboa (próximo da Sé).

O museu está instalado na antiga prisão política que o regime fascista destinou a todos os opositores que combateram a ditadura a partir de 1926.

Foi inaugurado em 25 de abril de 2015, e pretende constituir-se como um espaço de construção de cidadania democrática e de educação cívica.

A obra de recuperação e adaptação do edifício é da autoria dos arquitetos Manuel Graça Dias e Egas José Vieira.

O museu está organizado por cinco pisos, em que o -1 é uma mostra de objetos arqueológicos, o piso 0 é um espaço para exposições temporárias, e os pisos 1 e 2 são exposições permanentes, dedicadas à memória do combate à ditadura e da luta pela liberdade e democracia, onde se inclui uma reconstituição das celas de isolamento que ficaram conhecidas por "curros". O piso 3 é uma exposição permanente dedicada às lutas de libertação dos povos coloniais e à guerra colonial, e o piso 4 tem um auditório e uma cafetaria com vista panorâmica.

A visita da ALDRABA terá lugar no próximo sábado, dia 30 de julho de 2016, a partir das 10 horas. Seremos acompanhados pelo Diretor do Museu, Dr. Luís Farinha.

JAF

segunda-feira, 18 de julho de 2016

"Por Alfama", 6ª rota no próximo sábado, 23/7/2016

A ALDRABA vai realizar mais uma rota por Lisboa.

Desta vez andaremos por Alfama, guiados pelos amigos da APPA - Associação do Património e População de Alfama.

Fundada em 1 de setembro de 1987, a APPA é uma associação que procura envolver a população de Alfama na defesa do seu património cultural, arquitetónico e arqueológico.

Propomos que se juntem a nós no próximo sábado, dia 23 de julho, às 9h15, no antigo Posto de Turismo ao Miradouro de Santa Luzia, onde nos aguardam dois membros da direção da APPA.

Pedimos a todos que sejam pontuais, para que a caminhada se inicie à hora prevista (9h30) e possa terminar por volta do meio dia, antes que o calor aperte...

Para os que estiverem de acordo, poderemos almoçar em conjunto no final do passeio.

MEG

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Nomes de localidades em azulejos (cont. 31)

Prossegue a pesquisa e o registo das placas toponímicas do ACP, pelo país fora.

A repórter da ALDRABA - neste caso, a nossa ativista Maria do Céu Ramos, incansável na localização de muitas preciosidades do património popular português -, fotografou desta vez a placa de Amora, no concelho do Seixal, distrito de Setúbal.

Esta é a 159ª placa toponímica de azulejos publicada no nosso blogue.

JAF


terça-feira, 14 de junho de 2016

“Tradição e sabedoria” : Dar um lamiré
















Significado: Sinal para começar alguma coisa.


Origem: Trata-se da forma aglutinada da expressão “lá, mi, ré”, que designa o diapasão, instrumento musical usado na afinação de instrumentos ou vozes. A expressão foi-se popularizando, designando qualquer sinal que dê começo a uma atividade.


Cafés Chave d’Ouro

sábado, 11 de junho de 2016

Imagem do XXXI Encontro em Tomar











Os participantes da Aldraba que visitaram Tomar no passado dia 28 de maio, à porta da Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina.

À esquerda na fotografia está o amigo João Victal, mordomo das Festas dos Tabuleiros e grande amante e conhecedor da sua terra, que deu ao nosso XXXI Encontro um brilho e uma dimensão que muito apreciámos e que agradecemos.

MEG (foto SBRMN)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

CONCURSO FOTOGRÁFICO DA ALDRABA



















REGULAMENTO

Com o objetivo de promover o espaço e património popular, a direção da Associação Aldraba, em execução de uma iniciativa inscrita no Plano de Atividades para 2016, decidiu levar a efeito um concurso fotográfico, nos termos seguintes:

1 - A participação neste concurso é aberta a todos os interessados nesta temática, que, através do envio de fotografias da sua autoria, queiram divulgar e desta forma valorizar aspetos do património popular, nomeadamente os que sejam particulares ou característicos de determinada região.

2 - Cada participante, devidamente identificado, pode enviar um máximo de 3 fotografias, a cores e com boa resolução para efeitos de publicação, para o e-mail da Aldraba (aldraba@gmail.com), até ao dia 31 de julho de 2016.

3 - Cada fotografia deve indicar o nome do tema, do objeto ou do local fotografado, e outros dados que o autor considere relevantes.

4 - As dez melhores fotografias recebidas serão publicadas para divulgação na revista e nas páginas eletrónicas da Aldraba (blogue e facebook), e ser-lhes-ão atribuídas menções honrosas.

5 - Das cinco melhores imagens será editado um conjunto de postais ilustrados, com a respetiva identificação do autor da fotografia, do objeto e do local fotografados.

6 - Ao participar, o autor aceita as condições deste regulamento, bem como a publicação dos trabalhos enviados. Constituem prémio do presente concurso a publicação e edição dos trabalhos e entrega da coleção impressa.

7 - Os membros dos órgãos sociais da Aldraba não podem participar no presente concurso fotográfico.

8 - O júri deste concurso será composto por um elemento dos órgãos sociais da Aldraba e por dois convidados ligados à arte fotográfica, sendo a sua decisão soberana em todos os assuntos referentes ao presente concurso.

Lisboa, 10 de maio de 2016

A Direção

sábado, 21 de maio de 2016

Como foi o lançamento da revista nº 19 em Telheiras













Sérgio Pratas, jurista, quadro superior da Administração pública e dirigente da Confederação Portuguesa das Coletividades, presenteou-nos com uma brilhante intervenção na apresentação do novo número da revista "ALDRABA".

Antes da apreciação do conteúdo propriamente dito da revista, o nosso convidado pronunciou-se sobre a importância de que se reveste, em seu entender, a atitude de associações como a Aldraba de não se limitarem à fruição dos conhecimentos, e que apostam claramente em atividades de produção do conhecimento sobre o património.

Segundo Sérgio Pratas, a Constituição da República comete ao Estado o dever de assegurar o direito social à cultura, mas o Estado não o conseguirá senão em parceria com as associações populares, única forma de garantir a efetiva democratização da cultura.

E, sublinhou, a melhor abordagem é aquela que a nossa revista tem concretizado ao longo dos anos, convidando as pessoas em geral, e não apenas os académicos, a testemunharem sobre as suas próprias vidas e experiências, e a mostrarem aos outros os aspetos e facetas da realidade que todos veem mas que, de facto, ninguém vê...

Trata-se de uma tarefa de grande mérito, que o nosso orador qualificou mesmo de fascinante!

Após esta parte da apresentação, foi descrito o conteúdo específico do nº 19 da revista, e os dirigentes presentes da Aldraba e da Associação de Residentes de Telheiras deram uma nota breve sobre os respetivos percursos associativos.

Cerca de 30 participantes na sessão, associados e amigos da Aldraba e diversos moradores do bairro de Telheiras, acompanharam com muito interesse este evento.

JAF (foto LFM)