terça-feira, 24 de setembro de 2013

30 caminhantes da ALDRABA fizeram a rota da colina da Pena até ao Rossio














Num sábado radioso, pelas 10 horas da manhã, começaram a juntar-se os 30 participantes nesta 4ª Rota da Aldraba, ali no Largo do Mitelo, ao Campo de Santana.

Encontro de amigos já de longa data, e também de conhecimento de vários novos, trazidos pelos primeiros.

Satisfação da direção da Associação, e reconhecimento de todos ao associado José do Carmo Francisco, orientador e animador principal do percurso, coadjuvado pelos dirigentes Maria do Céu Ramos e António Brito.

Começámos pelo contacto com o palácio do desembargador Alexandre Metelo, onde Fialho de Almeida foi praticante de farmacêutico, passámos ao Posto Geodésico e à Academia Militar (evocação da rainha de Inglaterra Catarina de Bragança), e visitámos o Pátio do Costa, “simpático, pequenino e sossegado”.

A partir do jardim do Campo de Santana, avistámos o que começou por ser o Campo do Curral, por efeito da «carniçaria» (matadouro), criada no Largo do Mastro em 1461, e avistámos também a Rua de Gomes Freire, antes chamada Carreira dos Cavalos, pois por aí vinham para Lisboa cavalos, touros e carroças. A Feira da Ladra, antes de ir para Santa Clara, esteve no jardim do Campo de Santana entre 1835 e 1882. As touradas, numa praça de madeira desmontável, eram animadas pelo Conde Vimioso, por D. João de Meneses e pela preta Cartuxa, que anunciava as festas taurinas em tipóia no meio de barulho e escárnio.

No local do Arco de Santana, onde está hoje a Faculdade de Ciências Médicas, evocámos Vasco Santana, que ali passou com distinção (esternoclenomastoideu…), mas em que tudo começou com a célebre frase dita por um preto «Vou para este exame completamente em branco!», e detivémo-nos na estátua ao «santo» Dr. Sousa Martins (1843-1897) que, tendo sido um ateu em vida, «transitou, contra a vontade, da heresia para a santidade.».

Passámos ainda pela placa de homenagem aos Mártires da Pátria, que dão desde 1880 nome oficial ao Campo de Santana, e que foram os heróis da conjura de 1817, 13 dos quais aqui foram enforcados e o mais famoso foi Gomes Freire de Andrade.

Seguimos depois para o Torel, espaço que deve o nome ao desembargador Cunha Thorel. Torel é o jardim/miradouro tal como Torel era o nome dos Serviços de Investigação Criminal em 1927. Por lá passaram os «vadios, mendigos e equiparados». O José do Carmo pormenorizou-nos dois casos: Mário Cesariny e Pepe.

A seguir ao Torel, descemos para a casa onde viveu Venceslau de Moraes (1854-1929), grande escritor português apaixonado pelo Japão e suas gentes, subimos ao Elevador do Lavra inaugurado em 1884 a ligar o Largo da Anunciada à Travessa do Forno do Torel. Ao lado do Instituto Câmara Pestana surge uma casa apalaçada adquirida em 1928 pelo Governo da Ditadura Nacional, junto à qual ficou a Ermida de Santana e sobejam hoje as placas camarárias de 1935 sobre os ossos de Camões, poeta desditoso até na posteridade. «No país onde Camões morreu à fome muitos enchem a barriga à custa de Camões» - Almada Negreiros disse.

Na Travessa da Pena, vimos onde viveu Ramiro Leão (1857-1934), com a sua casa e a sua fábrica, que dá acesso à Vila Serra Fernandes onde surge um magnífico miradouro semi-particular.

Na Calçada de Santana, no nº 177, surgiu a interessante Livraria «Pessoa & Cia», misto de alfarrabista e novidades, e no nº 139 vimos onde terá vivido Camões. No pátio nº 2 da Rua Martim Vaz nº 84, fomos ver onde nasceu Amália Rodrigues em 1920. Seguiu-se o Convento da Encarnação e o respetivo Recolhimento da Encarnação, entregue à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Continuando a descer, chegámos finalmente ao Pátio do Salema, com uma bela vista para as chaminés do Palácio da Independência, e daí ao largo de São Domingos.

A maioria dos participantes nesta 4ª Rota da Aldraba aceitaram depois conviver num animado almoço, no mesmo restaurante junto ao Coliseu dos Recreios (Bonjardim) onde há 8 anos a nossa Associação assinalava os seus momentos fundadores.

Texto JAF (adaptado do guião de José do Carmo Francisco)
Fotografias de Mário de Sousa (reportagem completa no facebook da Aldraba, no álbum "4ª Rota da Aldraba - Do Campo de Santana ao Rossio")

terça-feira, 17 de setembro de 2013

"O sacrifício das raízes", segundo Adriano Moreira













O professor universitário, pensador e antigo dirigente político Adriano Moreira, com uma matriz doutrinária de direita e, portanto, insuspeito de ser mais uma das “forças de bloqueio” que tanto afligem o atual governo português, acaba de publicar – em artigo de opinião no “Diário de Notícias” de hoje, 17.9.2013 – uma lúcida análise dos riscos que a “ideologia orçamental” e a “superintendência de funcionários internacionais no exercício de um protetorado” podem trazer à identidade de um país e de um povo.

Partilhando inteiramente estas preocupações, não resisto a reproduzir-vos as partes mais significativas do alerta do velho professor:


Nesta perturbada entrada no século XXI, com uma transição articulada designadamente pelos conflitos militares de inquietantes custos humanos e materiais, envolvendo o presente e o futuro das pessoas e das comunidades, a atenção às raízes das comunidades em crise precisa de ser preservada de debilidades favoráveis a perdas irrecuperáveis, designadamente, se possível, dos erros de avaliação, mas sempre contra o método de impedir que os povos vejam a realidade, porque o Estado espetáculo a cobre de nevoeiro suficientemente opaco.

Os analistas que não subscrevem os testemunhos dogmáticos da Escola de Chicago e da cruzada de Milton Friedman, morto dias antes da derrota dos republicanos nas eleições a meio do mandato para o Senado em 2006, põem em evidência, como suportes do seu desamor pela doutrina do famoso economista, o facto de ter sido seguida, alegadamente, por regimes como o de Pinochet, que não deixou boa memória.

Esta linha crítica, que também deve ser prudente com o cuidado que é sempre exigível aos contraditores académicos, não obstante a sua reconhecida idoneidade, neste caso também a ponderação terá que não diminuir a presença ativa dos princípios defensores do Estado mínimo, uma orientação que já levou à legitimação em alguns lugares, da privatização da segurança e dos que foram chamados os "cães de guerra".

Independentemente de os regimes serem democráticos, e por isso não exibirem o perigo e o método da violenta submissão das sociedades civis, o perigo do Estado mínimo parece ter reflexos na onda de privatizações à luz da crise financeira, europeia, ocidental, mundial e, por isso, portuguesa, que alarmam visões arreigadas da identidade das sociedades submetidas a essa terapia de choque.

Não parece indicado ignorar que patrimónios, instituições e funções, - que uma longa tradição considera não apenas vitórias, de uma longa evolução mas indispensáveis à confiança no Estado e à própria identidade dos países - não podem ver anulada a sua natureza pública por imperativo de uma ideologia orçamental, pela superintendência de funcionários internacionais no exercício de um protetorado.

Grande parte das alienações que se vulgarizam tocam nas raízes das comunidades e, portanto, na sua identidade. Nas crises brutais por que Portugal passou nestes já longos séculos, foi a segurança da identidade da sociedade civil que permitiu reconstruir um novo futuro. Não é possível consentir que se afetem as raízes para obedecer ao credo do mercado.

(Texto condensado de artigo do DN, 17.9.2013)

JAF

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

4ª Rota da Aldraba - Do Campo de Santana ao Rossio



















Vamos realizar a 4ª Rota da Aldraba “Do Campo de Santana ao Rossio”, dando continuidade aos percursos pela cidade de Lisboa, em busca de referências que sobressaem seja pelo seu significado histórico, seja pelo exemplo que são da preservação (ou não) do património da cidade.

Fica feito o convite a todos os associados e amigos para aparecerem no próximo dia 21 de Setembro (sábado), às 10.00 horas no Largo do Mitelo, ao Campo de Santana.

Após chegada ao Rossio, para todos os que desejarem, poderemos almoçar em conjunto em local próximo e a combinar na altura.

Em apoio ao percurso, contamos com o acompanhamento e a intervenção do nosso associado José do Carmo Francisco, jornalista e homem de cultura.

Para aguçar o apetite aos participantes nesta Rota da Aldraba, recomenda-se a leitura do texto relativo ao seu percurso, elaborado pelo José do Carmo Francisco e já publicado no seu blogue “Transporte Sentimental” em:

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A ALDRABA vai estar no Festival dos Chocalhos de 13 a 15.setº.2013

Nos próximos dias 13, 14 e 15 de setembro, na freguesia de Alpedrinha, vai realizar-se a 11ª edição do Chocalhos – Festival dos Caminhos da Transumância, evento organizado pelo Município do Fundão e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha.

Como nos anos anteriores, teremos muita animação de rua, com vários grupos locais e nacionais a percorrerem as diversas ruas da vila, teremos atividades no Terreiro de Santo António promovendo o património material e imaterial pastoril da Beira Interior, com conversas, oficinas, apontamentos musicais e mostras de artesanato e produtos da terra, e teremos concertos musicais alternados no Chafariz de D. João V e em cinco pequenos palcos.

E, ainda, as muitas dezenas de tasquinhas ao longo da Rua Cardeal D. Jorge da Costa, com artesanato, enchidos, queijos e gastronomia, e a travessia pedestre da serra da Gardunha (do Fundão, por Alcongosta, até Alpedrinha), acompanhados por um rebanho com pastores e cães.

No jardim da Casa da Música António Osório de Sá, e acolhida pela Liga dos Amigos de Alpedrinha, estará patente durante a tarde de domingo 15 de setembro uma banca da associação Aldraba, com os últimos números da nossa revista e outras publicações.

Nesse mesmo local, pelas 17.30 horas de domingo, terá lugar o lançamento do livro de poesia “Transumância das pequenas coisas”, de Luís Maçarico.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O acervo documental da Aldraba (10): Associativismo



A ALDRABA tem vindo a sublinhar a atualidade e a necessidade de um associativismo que mereça o qualificativo de “popular”, enquanto corresponda à organização livre de cidadãos que se agrupam para potenciar as suas energias e os seus saberes, resistindo à atomização e à massificação. Por outras palavras, enquanto continue a ser uma ferramenta de indivíduos solidários que querem intervir e que recusam ser esmagados por quem dita o que convém e aquilo que é certo…

O descritor ASSOCIATIVISMO, que integra o grupo temático “Referências culturais” da nossa pauta de classificação do acervo documental, agrupa naturalmente um elevado número de trabalhos sobre o associativismo em Portugal, sobre o percurso de associações com quem temos relações de cooperação e camaradagem, e finalmente sobre o desempenho da própria associação Aldraba.

Reproduzimos hoje as indicações dos muitos artigos publicados, até ao presente, na revista “ALDRABA”, acerca deste tema:


ASSOCIATIVISMO

Adriano Pacheco, “No caminho dos petrónios”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.8
Fernando Duarte, “Assim nasceu a Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.2
João Pinto Soares, “Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.6
Joaquim Pais de Brito, “Contra a corrente”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.3
José Alberto Franco, “Associativismo popular em Portugal”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.4
José Alberto Franco, “Continuar o sonho da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.2
José Alberto Franco, “Progressos na actividade do G.A.T. Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.17
José Alberto Franco, Editorial, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.1
José Alberto Franco, Editorial, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.1
José Alberto Franco, “Associações populares, grupos e outras coletividades com que a Associação Aldraba interagiu desde 2005”, in “ALDRABA”, nº 11 (Abr. 2012), p.21
José Manuel Prista, Editorial, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.1
Luís Franco, “A Aldraba na blogosfera”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.17
Margarida Alves, Editorial, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.1
Margarida Alves e José Manuel Prista, “Exposições de 2005”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.8
Maria Eugénia Gomes, Editorial, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.1
Maria Eugénia Gomes, “Os primeiros quatro Encontros da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.10
Maria Eugénia Gomes, “Os Encontros e outras actividades da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.20
Maria Eugénia Gomes, “A Aldraba em actividade”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Julho a Dezembro de 2007”, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.21
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Junho de 2008”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.25
Maria Eugénia Gomes, “Julho a Dezembro de 2008”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Julho de 2009”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Agosto a Dezembro de 2009”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.22
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Outubro de 2010”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.18
Maria Eugénia Gomes, “Novembro de 2010 a Julho de 2011”, in “ALDRABA”, nº 10 (Jul.2011), p.24
Maria Eugénia Gomes, “Agosto de 2011 a Março de 2012”, in “ALDRABA”, nº 11 (Abr.2012), p.25
Maria Eugénia Gomes, “Abril a Setembro de 2012”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.24
Maria Eugénia Gomes, “Outubro de 2012 a Abril de 2013”, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.26
Miguel Bento, “Margem esquerda do concelho de Mértola, uma longa tradição associativa”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.20
Núcleo editorial, “10 números do boletim, 6 anos de vida da Associação”, in “ALDRABA”, nº 10 (Jul.2011), p.2
Núcleo editorial, “As 90 primaveras do Jorge Rua”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.22
Pedro Alves e José Alberto Franco, “Um associativismo à escala humana”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.4
Sónia Frade, “1º aniversário da Aldraba, o sonho que se transforma em realidade”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.2

Os leitores e amigos que pretendam aceder a alguns destes textos, podem manifestar-se em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, e garantimos-lhes que receberão uma cópia digitalizada dos textos que assinalarem.

JAF
(gravura reproduzida de jf-agualva.pt)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vivam os 621 anos da Feira de São Mateus em Viseu!


Está a decorrer, nos presentes meses de agosto e setembro, a tradicional Feira de São Mateus em Viseu.

Segundo a Wikipédia, o rei D. João I, acompanhado pela Rainha e pela sua Corte, terá saído de Évora em 16 de junho de 1391, permanecendo em Viseu por cerca de ano e meio. Viseu foi uma das cidades mais fustigadas durante a guerra entre Portugal e Castela e, durante a estadia da Corte em Viseu, ocorreram dois factos importantes: o nascimento de D. Duarte, futuro sucessor do trono, e a reunião de Cortes de âmbito regional. Em homenagem a esses acontecimentos, a 10 de janeiro de 1392, D. João I terá instituído a Feira Franca de Viseu, atual Feira de São Mateus.

A importância da feira, já nessa altura, era de tal vulto que se deslocavam para a visitar pessoas de remotas partes, e mouros vindos do reino de Granada.

No século XIX, a feira passou por um período de declínio, vindo no entanto a ressurgir na década de 20 do século XX, e permanecendo ininterrupta até aos dias de hoje.

Presentemente, a Feira de São Mateus é ponto obrigatório nas festividades em Portugal, ocupando uma área de 18000 m², com a presença de centenas de expositores e feirantes representando todos os setores de atividade, e tendo já adquirido o estatuto da mais antiga de toda a Península Ibérica.

Com a sua provecta idade de 621 anos, a Feira de São Mateus e a dinâmica popular regional que lhe está associada fazem-nos lembrar a fragilidade e a precariedade de experiências culturais como a dos Estados Unidos da América, cuja existência como nação independente é pouco superior a um terço do tempo de vida da nossa feira mais antiga…

JAF

domingo, 18 de agosto de 2013

O acervo documental da Aldraba (9): Grande Lisboa



Continuando com a divulgação faseada dos materiais que temos no nosso acervo, vamos hoje para o descritor GRANDE LISBOA, do grupo temático “Regiões portuguesas e lusófonas”.

Reproduzimos de seguida as indicações dos artigos publicados até ao presente na revista “ALDRABA”, relativos aos 9 concelhos que integram esta região:

GRANDE LISBOA

João Pinto Soares, “Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.6
José Alberto Franco, “Progressos na actividade do G.A.T. Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.17
José do Carmo Francisco, “A mais pequena livraria do mundo”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.12
José do Carmo Francisco, “Carlos Ramos, guitarrista e intérprete do fado”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.7
José do Carmo Francisco, “Dissertação para Marta sobre uma foto de 1966”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.15
José Narciso, “O jardim da Estrela”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.6
Luís Filipe Maçarico, “Barbeiros”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.14
Luís Jordão, “Deambulações”, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.17
Luís Reis Ágoas, “A caneja de infundice na Ericeira”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.15
Manuel Graça da Silva, “Memórias do bairro da Musgueira”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.8
Manuel Mamede Pereira, “Ser alfacinha”, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.15
Margarida Alves, “Queijadas de Sintra”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.15
Nuno Roque Silveira, “A Feira da Ladra”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.5
Nuno Roque Silveira, “Grandes artistas do efémero”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.17
Paula Carvalho, “Chafarizes de Lisboa”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.10
Vanda Oliveira, “Os fofos de Belas”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.9

Quem pretenda aceder a alguns destes textos, pode manifestar-se em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, e receberá uma cópia digitalizada do ou dos artigos que assinalar.

JAF