sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O acervo documental da Aldraba (10): Associativismo



A ALDRABA tem vindo a sublinhar a atualidade e a necessidade de um associativismo que mereça o qualificativo de “popular”, enquanto corresponda à organização livre de cidadãos que se agrupam para potenciar as suas energias e os seus saberes, resistindo à atomização e à massificação. Por outras palavras, enquanto continue a ser uma ferramenta de indivíduos solidários que querem intervir e que recusam ser esmagados por quem dita o que convém e aquilo que é certo…

O descritor ASSOCIATIVISMO, que integra o grupo temático “Referências culturais” da nossa pauta de classificação do acervo documental, agrupa naturalmente um elevado número de trabalhos sobre o associativismo em Portugal, sobre o percurso de associações com quem temos relações de cooperação e camaradagem, e finalmente sobre o desempenho da própria associação Aldraba.

Reproduzimos hoje as indicações dos muitos artigos publicados, até ao presente, na revista “ALDRABA”, acerca deste tema:


ASSOCIATIVISMO

Adriano Pacheco, “No caminho dos petrónios”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.8
Fernando Duarte, “Assim nasceu a Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.2
João Pinto Soares, “Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.6
Joaquim Pais de Brito, “Contra a corrente”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.3
José Alberto Franco, “Associativismo popular em Portugal”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.4
José Alberto Franco, “Continuar o sonho da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.2
José Alberto Franco, “Progressos na actividade do G.A.T. Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.17
José Alberto Franco, Editorial, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.1
José Alberto Franco, Editorial, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.1
José Alberto Franco, “Associações populares, grupos e outras coletividades com que a Associação Aldraba interagiu desde 2005”, in “ALDRABA”, nº 11 (Abr. 2012), p.21
José Manuel Prista, Editorial, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.1
Luís Franco, “A Aldraba na blogosfera”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.17
Margarida Alves, Editorial, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.1
Margarida Alves e José Manuel Prista, “Exposições de 2005”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.8
Maria Eugénia Gomes, Editorial, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.1
Maria Eugénia Gomes, “Os primeiros quatro Encontros da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.10
Maria Eugénia Gomes, “Os Encontros e outras actividades da Aldraba”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.20
Maria Eugénia Gomes, “A Aldraba em actividade”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Julho a Dezembro de 2007”, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.21
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Junho de 2008”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.25
Maria Eugénia Gomes, “Julho a Dezembro de 2008”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Julho de 2009”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.23
Maria Eugénia Gomes, “Agosto a Dezembro de 2009”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.22
Maria Eugénia Gomes, “Janeiro a Outubro de 2010”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.18
Maria Eugénia Gomes, “Novembro de 2010 a Julho de 2011”, in “ALDRABA”, nº 10 (Jul.2011), p.24
Maria Eugénia Gomes, “Agosto de 2011 a Março de 2012”, in “ALDRABA”, nº 11 (Abr.2012), p.25
Maria Eugénia Gomes, “Abril a Setembro de 2012”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.24
Maria Eugénia Gomes, “Outubro de 2012 a Abril de 2013”, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.26
Miguel Bento, “Margem esquerda do concelho de Mértola, uma longa tradição associativa”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.20
Núcleo editorial, “10 números do boletim, 6 anos de vida da Associação”, in “ALDRABA”, nº 10 (Jul.2011), p.2
Núcleo editorial, “As 90 primaveras do Jorge Rua”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.22
Pedro Alves e José Alberto Franco, “Um associativismo à escala humana”, in “ALDRABA”, nº 1 (Abr.2006), p.4
Sónia Frade, “1º aniversário da Aldraba, o sonho que se transforma em realidade”, in “ALDRABA”, nº 2 (Nov.2006), p.2

Os leitores e amigos que pretendam aceder a alguns destes textos, podem manifestar-se em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, e garantimos-lhes que receberão uma cópia digitalizada dos textos que assinalarem.

JAF
(gravura reproduzida de jf-agualva.pt)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vivam os 621 anos da Feira de São Mateus em Viseu!


Está a decorrer, nos presentes meses de agosto e setembro, a tradicional Feira de São Mateus em Viseu.

Segundo a Wikipédia, o rei D. João I, acompanhado pela Rainha e pela sua Corte, terá saído de Évora em 16 de junho de 1391, permanecendo em Viseu por cerca de ano e meio. Viseu foi uma das cidades mais fustigadas durante a guerra entre Portugal e Castela e, durante a estadia da Corte em Viseu, ocorreram dois factos importantes: o nascimento de D. Duarte, futuro sucessor do trono, e a reunião de Cortes de âmbito regional. Em homenagem a esses acontecimentos, a 10 de janeiro de 1392, D. João I terá instituído a Feira Franca de Viseu, atual Feira de São Mateus.

A importância da feira, já nessa altura, era de tal vulto que se deslocavam para a visitar pessoas de remotas partes, e mouros vindos do reino de Granada.

No século XIX, a feira passou por um período de declínio, vindo no entanto a ressurgir na década de 20 do século XX, e permanecendo ininterrupta até aos dias de hoje.

Presentemente, a Feira de São Mateus é ponto obrigatório nas festividades em Portugal, ocupando uma área de 18000 m², com a presença de centenas de expositores e feirantes representando todos os setores de atividade, e tendo já adquirido o estatuto da mais antiga de toda a Península Ibérica.

Com a sua provecta idade de 621 anos, a Feira de São Mateus e a dinâmica popular regional que lhe está associada fazem-nos lembrar a fragilidade e a precariedade de experiências culturais como a dos Estados Unidos da América, cuja existência como nação independente é pouco superior a um terço do tempo de vida da nossa feira mais antiga…

JAF

domingo, 18 de agosto de 2013

O acervo documental da Aldraba (9): Grande Lisboa



Continuando com a divulgação faseada dos materiais que temos no nosso acervo, vamos hoje para o descritor GRANDE LISBOA, do grupo temático “Regiões portuguesas e lusófonas”.

Reproduzimos de seguida as indicações dos artigos publicados até ao presente na revista “ALDRABA”, relativos aos 9 concelhos que integram esta região:

GRANDE LISBOA

João Pinto Soares, “Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.6
José Alberto Franco, “Progressos na actividade do G.A.T. Necessidades”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.17
José do Carmo Francisco, “A mais pequena livraria do mundo”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.12
José do Carmo Francisco, “Carlos Ramos, guitarrista e intérprete do fado”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.7
José do Carmo Francisco, “Dissertação para Marta sobre uma foto de 1966”, in “ALDRABA”, nº 9 (Out.2010), p.15
José Narciso, “O jardim da Estrela”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.6
Luís Filipe Maçarico, “Barbeiros”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.14
Luís Jordão, “Deambulações”, in “ALDRABA”, nº 4 (Dez.2007), p.17
Luís Reis Ágoas, “A caneja de infundice na Ericeira”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.15
Manuel Graça da Silva, “Memórias do bairro da Musgueira”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.8
Manuel Mamede Pereira, “Ser alfacinha”, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.15
Margarida Alves, “Queijadas de Sintra”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.15
Nuno Roque Silveira, “A Feira da Ladra”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.5
Nuno Roque Silveira, “Grandes artistas do efémero”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.17
Paula Carvalho, “Chafarizes de Lisboa”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.10
Vanda Oliveira, “Os fofos de Belas”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.9

Quem pretenda aceder a alguns destes textos, pode manifestar-se em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, e receberá uma cópia digitalizada do ou dos artigos que assinalar.

JAF

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Ecos do jantar-tertúlia no Clube do Sargento da Armada














Albano Ginja, um beirão de Penamacor que já foi presidente da direcção do Clube do Sargento da Armada e que actualmente desempenha o cargo de presidente da Mesa da Assembleia Geral, recebeu os 20 associados e amigos da ALDRABA que acorreram a este 15º jantar-tertúlia.

Graças a um feliz encontro durante a apresentação do nº 13 da revista da Aldraba na Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa, e do convite que aí nos foi feito, pudemos deliciar-nos com as vistas sobre a cidade e o rio, conhecer a história do Clube do Sargento da Armada (concretizado em 1975, depois de longos anos de luta contra a proibição do associativismo militar aos que não fossem oficiais…) e desfrutar um excelente bacalhau com broa no jantar que se seguiu.

Na varanda da sede desta interessante coletividade popular, após o jantar, três associados da ALDRABA – um com 60 anos e dois do estrato com 30 anos! – convivem amenamente.

Fotos LFM e MCR

domingo, 21 de julho de 2013

O acervo documental da Aldraba (8) - Doçaria e gastronomia


Passando a duas entradas afins, que integram os grupos “Práticas do património” e “Referências culturais”, reproduzimos hoje as indicações dos respetivos artigos publicados até ao presente na revista “ALDRABA”:


DOÇARIA E GASTRONOMIA

Carlos Cunha, “Pastel de feijão de Torres Vedras”, in “ALDRABA”, nº 3 (Jun.2007), p.18


José Manuel Prista, “A ASAE e os sabores”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), p.19


Luís Afonso, “ASAE”, in “ALDRABA”, nº 5 (Jul.2008), verso da capa


Luís Afonso, “Dinheiros públicos”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), verso da capa


Luís Reis Ágoas, “A caneja de infundice na Ericeira”, in “ALDRABA”, nº 12 (Out.2012), p.15


Manuel Mamede Pereira, “Ser alfacinha”, in “ALDRABA”, nº 13 (Abr.2013), p.15


Margarida Alves, “Queijadas de Sintra”, in “ALDRABA”, nº 7 (Jul.2009), p.15


Nuno Roque Silveira, “Grandes artistas do efémero”, in “ALDRABA”, nº 8 (Dez.2009), p.17


Vanda Oliveira, “Os fofos de Belas”, in “ALDRABA”, nº 6 (Dez.2008), p.9


Como sempre, quem pretenda aceder a alguns destes textos e se manifeste em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, receberá uma cópia digitalizada do artigo ou artigos que assinalar.

JAF
(foto reproduzida de http://www.docesregionais.com/a-docaria-conventual-portuguesa)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

15º jantar-tertúlia no Clube do Sargento da Armada, 5ª feira, 25.7.2013


















A Associação ALDRABA vai levar a efeito mais um jantar-tertúlia numa coletividade sediada em Lisboa, que como as anteriores, apresenta uma história e um presente que merecem toda a nossa atenção.

Iremos conviver desta vez no Clube do Sargento da Armada, fundado em 1975, e que dispõe de umas excelentes instalações perto de Alfama e de São Vicente de Fora (Rua das Escolas Gerais, 96/2º, 1120-221 Lisboa).

A acompanhar-nos e a apresentar o Clube, estará o nosso amigo Albano Ginja, presidente da Assembleia Geral, e que é também dirigente da Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa.

O jantar, pelo preço global de 10€, compreende entradas, prato de bacalhau com broa, vinhos e refrigerantes, sobremesa e café.

Os interessados em participar devem manifestá-lo por e-mail ou telefonema para a Maria Eugénia Gomes (megomes2006@gmail.com / 96 444 52 70) ou para o José Alberto Franco (jaffranco@gmail.com / 91 876 22 86), até à próxima 3ªfeira, dia 23 de julho.

A refeição será servida a partir das 19 horas do dia 25, 5ªfeira.



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Carta Gastronómica do Alentejo

A gastronomia é um factor reconhecidamente importante, seja na vertente cultural, seja como alavanca para o desenvolvimento de actividades económicas, designadamente como motivo de atracção turística. Assim o pensou o Turismo do Alentejo, ERT que acaba de apresentar, no passado dia 10 de Julho, um trabalho desenvolvido no âmbito do projecto “Alentejo Bom Gosto” - a Carta Gastronómica do Alentejo (clicar para obter o documento).

Elaborado pela Confraria Gastronómica do Alentejo, trata-se de um documento extenso em que nos são apresentados alguns textos teóricos para importante enquadramento cultural e histórico, da autoria de Antónia Conde, Ana Soeiro, Cláudio Torres, Inês de Ornelas e Castro e Fernando Melo, Galopim de Carvalho, João Cotta Dias, José Luís Tirapicos Nunes, Maria Antónia Goes e Paulo Lima, e que reúne mais de 1100 receitas representativas do que se cozinha e do que se come por todo o Alentejo, fruto de um levantamento efectuado em todo o território.

A Carta assume-se como “uma bíblia da gastronomia regional, um trabalho pioneiro e singular no país que vem dar resposta a um desejo antigo de críticos e gastrónomos, para além de contribuir para o trabalho de estruturação do produto turístico gastronomia e vinho”. Outros trabalhos se lhe seguirão, desde a certificação de restaurantes de acordo com requisitos a definir pela Turismo do Alentejo, ERT, no sentido de criar uma restauração de qualidade, até à elaboração de roteiros gastronómicos que proporcionem o contacto de turistas com os ciclos do pão, do vinho, do azeite, etc.

Assinalo com regozijo a elaboração de um documento desta natureza que a todos enriquece culturalmente e que vem contribuir para o fortalecimento da identidade de uma região tão rica em tradições e que, a mim pessoalmente, me é tão cara!

Para obter a Carta Gastronómica do Alentejo clicar em:
Maria Eugénia Gomes