segunda-feira, 8 de maio de 2006

Tapada das Necessidades: um paraíso abandonado



















Há algum tempo que não desfrutava de um espaço mágico que está situado perto da minha residência. Refiro-me à Tapada das Necessidades. Que encontrei muito abandonada, conforme as imagens mostram: Motivos escultóricos quebrados e tombados, edifícios degradados, estufas recuperadas desactivadas, lagos secos, lixo um pouco por todo o lado.
Os Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Agricultura são duas das entidades que deveriam recuperar e promover a manutenção deste pulmão verde da cidade. Ao invés, deixaram-no ao abandono.

E se houvesse gente disposta a criar o GRUPO DOS AMIGOS DA TAPADA DAS NECESSIDADES?
A exuberância resistente deste maravilhoso jardim desconhecido de Lisboa compensa-nos da tristeza que nos causa o esquecimento em que vive. Caminhos tortuosos, ervas selvagens invadindo tudo, património construído ao abandono, árvores moribundas, lagos sem peixes (em tempos chegou também a haver gansos) e a gula, que não pára, de diversas entidades que tal como acontece em Monsanto, retalham este parque para instalarem gabinetes de Suas Excelências, como o mamarracho de betão onde uma parcela do Ministério da Defesa assentou arraiais e o atelier de pintura do rei D. Carlos que se destina ao Conselheiro de Estado Jorge Sampaio.

No próximo fim de semana presenteie a sua criança e a sua vontade de respirar numa paisagem repousante, dentro da cidade. Visite a Tapada das Necessidades. Está situada junto ao Palácio com o mesmo nome, onde funciona o Ministério dos Negócios Estrangeiros, perto do velho Hospital da CUF e do Quartel da Marinha que deu nome à Praça da Armada. Autocarros: 13, 27, 49, 60.

Traga também o seu sentido crítico, porque quem cala consente.

(fotos LFM)

De “ÁGUAS DO SUL”
Postado por oasis dossonhos às 00:20 12 comentários

COMENTÁRIOS
Paulo Esteves disse...
Subscrevo!
08 Maio, 2006 19:37
porteiro disse...
Mensagem recebida às 16h 17m de 8 de Maio de 2006LuísTambém eu já há algum tempo ando a falar na Junta de Freguesia no sentido de criarmos um projecto para a Tapada, nomeadamente com os artesão que existem na freguesia. A Dra. Maria do Rosário também tem alguns dados sobre este espaço.Por isso conta comigo para a Associação que propões e vamos avançar. Podes também contar com o pessoal da "ENTREASPAS", pois seja o que for que se pense, decerto está dentro do nosso âmbito.Um grande abraçoDelfim
08 Maio, 2006 22:20
Houdinni disse...
Subscrevo esta necessidade!
10 Maio, 2006 10:33
porteiro disse...
Mensagem recebida de Alexandra Leandro em 11-5-2006:Querido LuísConta comigo para este projecto. A Tapada das Necessidades é, sem dúvida alguma, um espaço verde único, a preservar.Mil beijosXana
11 Maio, 2006 12:56
Mané disse...
Consegue-se respirar verde, mas os muros de betão cinzentos, recheados de obras de arte, que os Senhores guardam, para mostrar o seu poderio a outros, não deixa de engolir, para próprio consumo o que nos resta para sonhar e respirar.Abraços fortes.
12 Maio, 2006 13:09
Mané disse...
Gostaria de dar certamente o meu pequeno contributo, não sei! É se depois de alguém mostrar interesse em preservar o espaço, aparece outro para cobrar taxa, cercos para consumo.Seria triste, mas vale a pena tentar.Mais que não seja, com uma acção da associação ALDRABA, na divulgação, preparação para os órgãos de comunicação de um voluntariado para uma limpeza e animação desse mesmo espaço. Isto tudo pode ser regado com um pequeno churrasco e convívio. Força...
12 Maio, 2006 13:17
Mario disse...
Olá Luís, estudei numa escola (Josefa de Óbidos) perto desse jardim, onde nos tempos livres costumava ir passear um pouco por lá. Uma vez fui mais uns amigos que me falaram de uns túneis que lá havia, entramos em dois deles, creio que são antigos aquedutos ou túneis de fuga, apesar do lixo que lá havia, lembro-me de ver uma inscrição sobre a entrada do túnel que dizia «Domingo de 1877» e mais à frente bem dentro do túnel uma pedra com um R gravado. Na altura achei triste um local em abandono como aquele, o tecto parecia que ia desabar, sempre gostei de antiguidades e aquele jardim é uma pena estar esquecido. Nunca mais lá voltei, desde 2001. Alguém visitou estes aquedutos abandonados do jardim??? Apoio a causa!
30 Setembro, 2006 23:16
Cheiros disse...
E como é que está este projecto dos Amigos da Tapada? Gostaria de colaborar.calipires@gmail.com
03 Abril, 2007 09:57
anauel disse...
Através do meu amigo Pedro Magalhães chego (um ano depois) ao meu amigo Maçarico! Não posso estar mais de acordo com a necessidade de salvar as Necessidades. Como ficou, se ficou, a situação da associação para a salvaguarda da tapada?Um abraço amigo do Castrote...
04 Abril, 2007 18:15
Susana Bernardes disse...
Nunca deixar que esqueçam...Vim ter ao blogue por acaso, mas penso que não é demais dizer que todos os jardins deviam se muito bem tratados. E há tantos jardins e tantas pessoas porquinhas... Sou de Sintra, mas concordo com a recuperação e apoio no que puder.
04 Outubro, 2007 12:55
malmequeres em mi maior disse...
ainda bem que ninguém se lembra da tapada...mais sobra para quem a aproveita...eu adoro estar lá completamente isolado do mundo e todo aquele abandono ainda torna essa sensação mais exacerbada, desculpa lá o egoísmo
18 Outubro, 2008 19:37
Elisabete disse...
Eu apoio também na recuperação da tapada prq tenho muito carinho e saudades pela tapada prq morei desde os 5 anos ate aos 19 na rua da costa e muitas vezes ia com os colegas da escola josefa de obidos passar tardes para a tapada e fico triste por encontrar tudo diferente e para pior. conta comigo
29 Junho, 2009 04:14

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Aldraba é sinónimo de trabalho de equipa e nome de site

Em 2005, no dia da Liberdade, nascia a Aldraba. Sonho ousado para quem não tinha sede, mas mesmo assim fizeram-se estatutos, debatidos ao longo de cinco meses de reflexão de uma Comissão Promotora que reunia em casa de dois futuros vice-presidentes da direcção eleita em Assembleia Geral fundadora, que aprovou os estatutos e o programa de actividades.
Decorreu um ano. O fôlego desta jovem associação está patente nos resultados: mais de 100 associados, parcerias com diversas autarquias, seis encontros (Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Alqueva I - visita à barragem e interacção com populações das aldeias da Luz (Mourão) e da Estrela (Moura), Alqueva II - debate na Ordem dos Arquitectos sobre as aldeias da Água, com Isabel Guerra, Raúl Caixinha e Maria João George, Coruche e Aljustrel).
Mas não é tudo...Houve também 3 exposições: Aldrabas e Cataventos, Momentos de Rua nos Pátios de Lisboa, Centenário de Adeodato Barreto. Fizemos duas assembleias muito participadas, mantivemos um blogue que vai a caminho do ano e meio de existência, criámos dois e-mails, um no hotmail, outro no gmail, mas não parámos de sonhar. É por isso que desde há alguns meses decidimos realizar um filme sobre a vida e a obra de Mestre Jorge Rua de Carvalho, homem do associativismo, do teatro de amadores, da poesia popular, do fado operário e do reencontro com a memória dos pregões de Lisboa e das brincadeiras de infância dos anos 20-30.
Fizemos parte do júri do concurso de pintura sobre o contrabando em Santana de Cambas e fizemo-nos representar na apresentação do livro sobre o mesmo tema que foi realizada na nova sede da Junta de freguesia local, numa inesquecível jornada de memórias e fraternidade transfronteiriça. No pré-lançamento desta obra em Alpedrinha também estivemos presentes.
Na Aldraba não há um presidente iluminado, há uma equipa que interage, que produz todo este trabalho, o qual efectivamente é colectivo e o nosso prestígio advém desse compromisso de cada um com o todo que são os associados.
Temos uma postura que recusa a de certas agremiações cujo objectivo primordial é" ensinar o povo a respirar".
Por isso chegámos aqui: o nosso boletim é motivo de satisfação e aplauso, bem como o site que nos propusémos criar e agora é uma realidade.
http://www.aldraba.org.pt/
A todos os que transformaram o sonho em realidade, do cidadão anónimo ao companheiro que se destacou na Sociedade pelo seu desempenho a bem do colectivo, é chegado o momento de demonstrar reconhecimento e orgulho, por termos semeado, justamente neste blogue, a inquietação que gerou um dos mais belos ideais realizados em vida.
Obrigado, companheiros de sonhos!
De “AGUAS DO SUL”
Postado por oasis dossonhos às 03:08 7 comentários

COMENTÁRIOS
Mendes Ferreira disse...
magnifica reportagem. de alma. e de empenho.bom dia de maio. que é nosso. e mt. teu. beijos....!
01 Maio, 2006 10:18
porteiro disse...
machadoana Apr 30 (16 hours ago)Olá Luís!Já dei uma vista de olhos no site! Está muito bom. Parabéns! Pelo site e pelo vosso aniversário.Beijinhos,Ana Machado
01 Maio, 2006 13:24
porteiro disse...
António Ramos to meApr 30 (1 day ago)VivaParabéns. está muito bem conseguido o espaço! O Boletim tb está muito bem feito, tudo cores claras e não cansativas! Fazem tb em papel ou não?Um abraçoAntónio Ramos
01 Maio, 2006 13:26
porteiro disse...
António Ramos to me Apr 30 (1 day ago)só agora reparei que dizes que é uma versão experimental. Experimental? Isto é de profissional...! E bom!Um abraçoAntónio Ramos
01 Maio, 2006 13:27
porteiro disse...
From: Prazeres < a_prazDate: Apr 30, 2006 12:06 PMSubject: Parabéns pelo siteTo: aldrabaFoi em boa hora que o vosso associado Luís Maçarico, meu amigo de longa data, me deu conhecimento da vossa associação. Digo em boa hora, pois pelo que li e vi, é sem sombra de dúvida, algo que faltava e que estou certa irá engrandecer e incentivar a conhecer o nosso país cultural em todas as suas vertentes. Obrigada por este lufada de ar fresco, e por trazerem ao conhecimento do mundo da net as raízes deste nosso povo tão rico em suas tradições e valores que infelizmente andam tão esquecidos.Serei, sem dúvida, uma leitora atenta do vosso site.Maria dos Prazeres La Féria Oliveira
01 Maio, 2006 13:30
Mané disse...
Neste dia de descanso, o sol traz-me paz. Vou preparar nestes dias um pequeno trabalho do 1º aniversário da Aldraba, para mais tarde te mostrar. Um grande abraço.
01 Maio, 2006 14:39
porteiro disse...
Mensagem Recebida...De: Ana Maria Fonseca Enviado: quarta-feira, 3 de Maio de 2006 18:12:55 Para: macaricoAssunto: Na casa onde nasci, eram duas repenicadas, eu morava no 2ºesq luís Obrigada pelos momentos de sábado. Espero poder estar por muitos mais anos comemorando os aniversários da "ALDRABA". Sente-se a envolvência de todos que participam e é sempre delicioso estar com amigos. Tive pena de não poder ter ficado até ao fim, mas pelas fotos que vi no blog faço ideia. Também já visitei o site está uma déli. Estive a ler o teu texto das Aldrabas e batentes - um olhar antropológico, na Revista da Cultura publicado pela Câmara de Montemor, estou a começar a apaixonar-me pelo tema.... bjinhos doces ANA
03 Maio, 2006 21:55

sábado, 29 de abril de 2006

Comemoração do primeiro aniversário da Aldraba























Após um almoço no restaurante "Estrela do Dia" que reuniu perto de cinquenta pessoas, entre associados e amigos, decorreu entre as 15 e as 20 horas, na sede do Grupo Dramático e Escolar "Os Combatentes" a festa comemorativa do primeiro aniversário da "Aldraba".

Participaram: um grupo de Jazz, que interpretou temática europeia, a poetisa Rosa Dias, sempre inexcedível, Maria Eugénia Gomes que disse com graciosa intensidade Sophia de Melo Breyner e Mia Couto, Mariana Torrinha que interpretou duas canções, uma com adufe e outra com acompanhamento de violoncelo, Maria Conceição Baleizão, com a marca profunda do Alentejo na respiração do seu universo poético, Kalidás Barreto que divulgou um comovente poema inédito, exemplar, de seu pai Adeodato Barreto, Manuel Silva (Mané) que explicou o seu projecto de um livro sobre o bairro da Musgueira, visto do lado de dentro, Cristina Pombinho, Paula Lucas da Silva, ambas professoras de filosofia, as duas de uma escrita belíssima, sobre o Amor e sobre a Terra, o poeta Fernando Pinto Ribeiro, poeta maior autor de poemas dispersos em antologias e que urge ver editado em livro, Carmen Filomena foi excelente a partilhar Sidónio Muralha, associado da simpática colectividade da Rua do Possolo que este ano completa 100 anos, Maria Amélia Sobral Bastos disse com muita envolvência Luís Jordão, presente na sala, Margarida Alves fez a assistência vibrar com a obra de Manuel da Fonseca, Jorge Rua de Carvalho empolgou as dezenas de pessoas que assistiram ao evento com poesia muito sentida e muito bem dita. José Alberto Franco disse Domingos Carvalho e Luís Maçarico partilhou José do Carmo Francisco e João Coelho, todos eles ausentes por motivos de saúde, familiares e institucionais.
A variedade de poetas, estilos musicais e, porque não dizê-lo, a diversidade de culturas patentes nessas intervenções, culminou com a actuação do Grupo Etnográfico Amigos do Alentejo, que tiveram uma brilhante intervenção, terminando a longa sessão num espaço muito bonito da colectividade onde se saboreou um simpático beberete oferecido pela Junta de Freguesia de Prazeres. Actuaram ainda nesse local o poeta e pintor Luís Ferreira, homem fraterno que uma contribuição estimulante, os jovens Nádia Nogueira e João Gonçalo Freitas que disseram Ary dos Santos e Miguel Torga, e Elsa de Noronha, intérprete ímpar de poetas africanos.
Estão de parabéns as três entidades envolvidas neste acontecimento inesquecível, bem como todos aqueles que há um ano atrás decidiram criar a Aldraba - Associação do Espaço e Património Popular, que neste momento conta com cento e cinco associados, o último dos quais é Kalidás Barreto.

(texto e fotos de LFM)

De “ÁGUAS DO SUL”
Postado por oasis dossonhos às 23:04 4 comentários

COMENTÁRIOS
paula silva disse...
Não sei qual de nós foi mais rápido a blogar sobre o aniversário da Aldraba.Mas eu comecei primeiro de certeza! Hi hi hi...Tive imensas dificuldades em colocar as fotos porque são muito pesadas... mas estamos todos de parabéns, foi uma comemoração e peras!Bem hajas Luís por me teres envolvido neste projecto.Foi uma tarde inesquecível! Bem hajam a Aldraba, presidentes e restantes membros mais activos por um ano tão recheado de actividades, que requerem muito trabalho e sacrifício.Já agora, no outro dia fiz um comentário à tua última ida à Tunísia que não encontro publicado... o que é que se passou?
30 Abril, 2006 02:42
oasis dossonhos disse...
querida Paula:O teu comentário foi escrito num post de 6 de Abril. Comentaste no dia 22 e está lá e diz: UM DIA HAVEMOS DE PERCORRER JUNTOS ESTAS PARAGENS DELICIOSAS...DEVES TER REGRESSADO EM PLENO!ESPERO QUE TENHAS TANTOS POEMAS QUANTAS FOTOS E IGUALMENTE BELOS!BeijinhosNeste blogue só não é publicado o comentário maldoso.As tuas palavras têm uma ternura que dá energia a todos. Como ignorá-la?Xi coração e o melhor para ti e para todos os teusLuís
30 Abril, 2006 14:16
oasis dossonhos disse...
Dá-se aqui conhecimento desta mensagem...
From: Luis Moisão Date: Apr 29, 2006 8:37 AM
Subject: Associação Aldraba
Grato pela atenção venho desejar-vos um Feliz Aniversário e na Vossa festa hoje tudo corra pelo melhor. Um abraço amigoLuis Moisão
01 Maio, 2006 13:39
Mané disse...
Estive lá, gostei imenso e irei recordar durante muito tempo. uma das minhas primeiras presenças com o grande publico, sem textos, mas com um testemunho de um futuro livro.Abraços por todo o teu empenho e ajuda.
02 Maio, 2006 19:40

sexta-feira, 28 de abril de 2006

Por terras do Sorraia


À boleia do amigo João Costa Pereira, foi-me dado conhecer uma parte do concelho de Coruche, no que tem (ainda) de genuino. Na Vila Nova da Erra, sede de freguesia, acolhedora e bem arrumada, mau grado as velhas casas, antes tipicamente ribatejanas e hoje rendidas ao mau gosto do azulejo-de-casa-de-banho, outras onde a ruína vai minando talvez já sem tempo para que se lhes deite mão sabedora de tradições, ainda foi possível encontrar destas preciosidades. Certamente que a sua sonoridade há muito deixou de se ouvir e a sua função de fazer sentido. Mas teimam (até quando?) em ser memória.

De “VEMOS, OUVIMOS E LEMOS”
publicado por Guida Alves às 2:07 AM 2 opiniões

COMENTÁRIOS
MAM disse...
muito lindo, mesmo, mas eu sou suspeita porque tenho uma forte atracção por portas e fechaduras. parabéns pela montagem cromática.
armandina maia
Sáb Abr 29, 10:18:00 PM
oasis dossonhos disse...
Saúdo este teu auspicioso regresso! Que bom ter-te de novo por cá!Abraço e beijo e foguetes!!!LFM

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Portas, Aldrabas e Batentes de Sidi Bou Saïd


















É um dos sítios mais envolventes do Mediterrâneo. Situada a alguns quilómetros da capital tunisina, Sidi Bou Saïd tem miradouros magníficos, com Cartago aos pés e um horizonte de beleza desmedida.
No início de Abril recolhi imagens de utensílios que continuam nas portas. Aldrabas e batentes que já foram protagonistas de uma colecção de postais, portas trabalhadas com motivos geométricos e uma harmonia que não cansa olhar.
Que pena por cá não mantermos estes objectos nas portas, que causam a delícia dos turistas que todos os dias por ali passeiam, buscando o paraíso.

Na altura em que a Associação Aldraba - Associação do Espaço e Património Popular completou um ano de intensa actividade, ultrapassando a centena de associados, agradeço a todos os que tornaram o sonho numa espantosa realidade de empenho e ousadia.
(Fotos e texto de LFM)

De “ÁGUAS DO SUL”
Postado por oasis dossonhos às 23:42 2 comentários

COMENTÁRIOS
augustoM disse...
Vou lá dar uma saltada.Um abraço. Augusto
27 Abril, 2006 13:25
Manuela Pereira disse...
Lindas!!!
28 Abril, 2006 11:56